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	<title>João Tassinary</title>
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	<description>Transformando a Estética através da Ciência</description>
	<lastBuildDate>Wed, 06 May 2026 12:43:37 +0000</lastBuildDate>
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	<title>João Tassinary</title>
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		<title>Melasma: 3 recursos para tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 12:43:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos da Estética]]></category>
		<category><![CDATA[cosmetologia]]></category>
		<category><![CDATA[fototerapia]]></category>
		<category><![CDATA[Melasma]]></category>
		<category><![CDATA[Microdermoabrasão]]></category>
		<category><![CDATA[Peeling Quimico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o inverno se aproximando, período mais favorável para o manejo da afecção, confira 3 estratégias terapêuticas eficazes para tratamento de melasma.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A hipercromia cutânea, também conhecida como melasma, é um distúrbio hipermelanótico comum, intensificado pela fotossensibilização. Essa alteração estética caracteriza-se pelo surgimento de máculas e manchas hiperpigmentadas, assintomáticas, que se distribuem de forma simétrica na face.</p>



<p>A fisiopatologia das hiperpigmentações faciais envolve uma interação complexa entre fatores hormonais, como gestação, terapias hormonais e uso de contraceptivos orais, predisposição genética e exposição à radiação solar.</p>



<p>Com o inverno se aproximando, período mais favorável para o manejo dessa afecção, eu preparei 3 estratégias terapêuticas eficazes para tratamento de melasma.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Microdermoabrasão no melasma</strong></h2>



<p>Estudos demonstram que a microdermoabrasão favorece uma distribuição mais homogênea dos melanossomas na epiderme, além de contribuir para a redução da melanização dessa camada. Entretanto, observa-se melhor resposta clínica quando o melasma está associado ao envelhecimento cutâneo.</p>



<p>Em clínica, a técnica atua na remoção da porção mais superficial do estrato córneo já pigmentado, interferindo na terceira via da melanogênese. Ainda assim, seu principal benefício está na potencialização da permeação transdérmica de ativos despigmentantes (como a vitamina C, por exemplo), otimizando os resultados dos protocolos associados.</p>



<p>Para esse fim, a aplicação deve ser conduzida de forma controlada, evitando o processo inflamatório:</p>



<ul>
<li>Pressão máxima de -200 mmHg</li>



<li>Até 2 passadas leves na área tratada</li>
</ul>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/5-acidos-de-alta-eficacia-na-estetica-facial/">5 ácidos de alta eficácia na estética facial</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fototerapia de baixa intensidade no melasma</strong></h2>



<p>Estudos sugerem que a fotobiomodulação pode reduzir o conteúdo de melanina, além de inibir a maturação dos melanossomas e a atividade da enzima tirosinase quando utilizados comprimentos de onda nas faixas do âmbar, vermelho e infravermelho (585, 660, 830 e 850 nm). Esses efeitos estão associados à regulação negativa da expressão gênica e à redução da síntese proteica de marcadores-chave da melanogênese, como tirosinase, TRP-1, TRP-2 e o fator de transcrição MITF.</p>



<p>Por outro lado, comprimentos de onda na faixa do azul (450 a 470 nm) demonstram efeito oposto, promovendo aumento da melanogênese por meio da regulação positiva desses mesmos genes, elevando a atividade da tirosinase e de seus cofatores.</p>



<p>Portanto, há evidências de melhora do eritema e da hiperpigmentação com protocolos semanais utilizando luz âmbar ou vermelha, ao longo de aproximadamente 8 semanas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cosmetologia no tratamento de melasma</strong></h2>



<p>Para um tratamento eficaz da afecção, é fundamental que o profissional de Estética atue de forma integrada em todas as etapas da melanogênese; isto é, antes, durante e após a produção de melanina.</p>



<p>Trago, portanto, três sugestões de ácidos que atuam de forma estratégica nas diferentes vias do manejo da melanogênese.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1080" height="745" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2.png" alt="" class="wp-image-14816"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Tranexâmico</h3>



<p>Atuando antes da síntese de melanina, o ácido tranexâmico reduz a atividade da plasmina induzida pela radiação UV e, consequentemente, a liberação de ácido araquidônico, modulando a cascata inflamatória envolvida na melanogênese. Esse mecanismo interfere na liberação de fatores de crescimento, considerada uma das principais vias de ação desse ácido no tratamento das hiperpigmentações.</p>



<p>Evidências demonstram que muitos casos de melasma apresentam componente vascular em sua fisiopatologia, caracterizado pelo aumento do número e do calibre dos vasos. Assim, o ácido tranexâmico se destaca como uma abordagem eficaz por sua ação indireta sobre a tirosinase e por seu efeito clareador, anti-inflamatório e antiangiogênico.</p>



<p>Concentração: 5 a 10%.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Azelaico</h3>



<p>Durante a melanogênese, o ácido azelaico atua por meio da inibição da síntese de DNA e de enzimas mitocondriais, promovendo efeitos citotóxicos diretos sobre os melanócitos.</p>



<p>Apresenta ação seletiva, atuando preferencialmente em melanócitos hiperativos e disfuncionais, com mínima ou nenhuma interferência sobre outras células cutâneas ou melanócitos em estado fisiológico.</p>



<p>Concentração: 5 a 20%.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Glicólico</h3>



<p>O ácido apresenta eficácia no manejo do melasma por promover o remodelamento epidérmico, induzindo uma descamação acelerada da camada córnea. Além disso, exerce efeito inibitório sobre a síntese de melanina, favorecendo a dispersão mais rápida do pigmento. Atua, então, depois da melanogênese.</p>



<p>Caracteriza-se por alta hidrofilia, com propriedades queratolíticas e ação antioxidante, o que contribui para a renovação cutânea e para a modulação do processo melanogênico.</p>



<p>Concentração: 30% a 50% para peeling superficial.</p>
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		<title>5 ácidos de alta eficácia na estética facial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 17:56:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos da Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Acne]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[Melasma]]></category>
		<category><![CDATA[Peeling Quimico]]></category>
		<category><![CDATA[rejuvenescimento]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos estéticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os peelings químicos se destacam como importantes aliados na estética facial. Assim, os ácidos atuam de forma eficaz no controle da acne e do melasma, além de contribuírem para o rejuvenescimento da pele. Considerando os níveis de evidências científicas e segurança que oferecem, eu trago, no texto de hoje, 5 ácidos amplamente utilizados na prática [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os peelings químicos se destacam como importantes aliados na estética facial. Assim, os ácidos atuam de forma eficaz no controle da acne e do melasma, além de contribuírem para o rejuvenescimento da pele.</p>



<p>Considerando os níveis de evidências científicas e segurança que oferecem, eu trago, no texto de hoje, 5 ácidos amplamente utilizados na prática clínica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Kójico</strong></h2>



<p>No manejo de <strong>melasma</strong>, a ação clareadora ocorre por meio da inibição da enzima tirosinase, interrompendo a melanogênese. Além disso, o ativo apresenta ação quelante sobre íons de cobre e ferro, favorecendo sua captação, transporte e eliminação pelo organismo, o que contribui para a redução de pigmentos cutâneos, como a hemossiderina. </p>



<p>O efeito despigmentante, ademais, está relacionado à dispersão e eliminação dos grânulos de melanina já depositados. A literatura científica ainda descreve os ácidos kójicos como agentes antioxidantes, capazes de reverter as reações de oxidação que convertem a tirosina em dopaquinona.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em><strong>Concentração</strong></em></h3>



<p>1% a 5% em home care, e até 20% em protocolos de cabine.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tricloroacético</strong></h2>



<p>Os mecanismos de ação do ácido tricloroacético envolvem desde uma esfoliação química controlada da epiderme até efeitos mais profundos associados à remodelação dérmica, por exemplo. De acordo com a concentração e a técnica utilizada, sua ação pode atingir a derme papilar e, em determinados protocolos, alcançar camadas mais profundas, contribuindo para a melhora da flacidez e de rugas, tanto finas quanto profundas.</p>



<p>A profundidade de penetração e os efeitos terapêuticos dos ácidos dependem diretamente da concentração da solução, do pH e do tempo de contato com a pele. O ATA promove precipitação de proteínas e necrose coagulativa da epiderme, levando à renovação da pele e melhora de manchas, textura e cicatrizes. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><em><strong>Concentração</strong></em></h3>



<p>10% a 50% para efeito peeling. Na concentração de 20%, produz um peeling de médio alcance e com menor risco de complicações. Importante: A profundidade do efeito depende não só da concentração, mas também do volume aplicado em cada camada. É preciso ter atenção caso a aplicação sobre camada seja realizada. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Glicólico</strong></h2>



<p>Os efeitos do ácido glicólico são dependentes de fatores como concentração, pH, veículo de aplicação e características da pele do paciente.&nbsp;</p>



<p>No <strong>rejuvenescimento</strong>, sua eficácia está diretamente relacionada à capacidade de promover renovação celular, hidratação e vasodilatação dermoepidérmica, com consequente estímulo da atividade fibroblástica. Para que haja estímulo efetivo dos fibroblastos e produção de fibras dérmicas e componentes da matriz extracelular, é necessário que o ativo ultrapasse a lâmina basal, atingindo a derme papilar e desencadeando uma resposta inflamatória local controlada. Essa permeação está associada à força de ação do ácido, que aumenta com maiores concentrações e menor pH.</p>



<p>Na epiderme, atuando como peeling superficial, o ácido glicólico acelera a renovação celular e melhora a hidratação, contribuindo para a suavização de linhas de expressão, melhora da textura cutânea e redução de hiperpigmentações superficiais. Na derme, entretanto, quando utilizado como peeling de média profundidade, promove vasodilatação, melhora da oxigenação e nutrição tecidual, além de estimular a atividade dos fibrócitos, favorecendo a produção de colágeno, elastina e glicosaminoglicanos, como o ácido hialurônico. Esses efeitos contribuem para a correção de rugas, desde as mais finas até as mais profundas, além de alterações cicatriciais hipotróficas.</p>



<p>Por outro lado, na <strong>acne</strong>, o seu valor terapêutico está relacionado à capacidade de promover uma leve epidermólise, facilitando o desalojamento de comedões e a consequente redução de pústulas que acometem o epitélio folicular. Além disso, contribui para o controle da hiperqueratinização do ducto pilossebáceo</p>



<p>No tratamento do <strong>melasma</strong>, atua por meio do remodelamento epidérmico, promovendo descamação acelerada, além de exercer efeito inibitório sobre a síntese de melanina, favorecendo, portanto, a dispersão do pigmento. Trata-se de um ativo altamente hidrofílico, com propriedades queratolíticas e antioxidantes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><em>Concentrações</em>:</strong></h3>



<p><strong>Manejo de acne: </strong>10% a 30% para peeling superficial.<br><strong>Manejo de melasma: </strong>30% a 50% para peeling superficial. Em 70% e em pH abaixo de 1,0, pode tornar-se um peeling de profundidade média.<br><strong>Rejuvenescimento: </strong>Na prática clínica, é utilizado em concentrações que variam de 20% a 70%. Como home care, sua utilização é em forma de sabonetes líquidos ou formulações dermocosméticas, em concentrações de 1% a 10%.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1080" height="793" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1.png" alt="" class="wp-image-14810"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Salicílico</strong></h2>



<p>Por apresentar propriedades queratolíticas e sebostáticas, o ácido salicílico reduz a coesão entre os corneócitos e promove a desobstrução dos folículos pilossebáceos, estimulando o turnover celular, ou seja, a renovação epidérmica. Sua ação antisséptica contribui para o equilíbrio das manifestações seborreicas, sendo especialmente indicado para peles oleosas e acneicas.</p>



<p>Além disso, devido ao seu caráter lipofílico e às suas propriedades queratolíticas, bactericidas e anti-inflamatórias, o ácido salicílico atua na redução da produção sebácea, no controle da hiperqueratinização dos ductos foliculares, na diminuição da proliferação bacteriana e na modulação do processo inflamatório característico da <strong>acne</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em><strong>Concentração</strong></em></h3>



<p>Na clínica, é utilizado em concentrações que variam de 14% a 30%. Em home care, em concentrações de 1% a 8%.</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/olheiras-dicas-clinicas-para-tratamento/">Olheiras: dicas clínicas para tratamento</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Retinoico</strong></h2>



<p>Apresenta ação comedolítica comprovada, pois favorece a eliminação dos comedões ao acelerar a proliferação celular na camada basal. Essas propriedades reforçam a eficácia dos ácidos retinoicos, especialmente no tratamento da <strong>acne comedogênica</strong>. Além disso, o ativo contribui para a redução da excreção sebácea em pacientes acneicos, modulando a produção de lipídios na superfície cutânea.</p>



<p>No <strong>melasma</strong>, o ácido é capaz de promover a destruição controlada das camadas superficiais da pele envelhecida ou danificada, favorecendo a renovação tecidual e resultando em uma pele com aspecto mais jovem e saudável. Destaca-se especialmente nas alterações de pigmentação, uma vez que reduz a quantidade de melanina depositada, contribuindo para a melhora de hiperpigmentações salpicadas e para a uniformização do tom cutâneo, exercendo, assim, ação despigmentante.</p>



<p>Para promoção do <strong>rejuvenescimento</strong>, o ácido apresenta a capacidade de aumentar a espessura epidérmica, reduzir a expressão de metaloproteinases e estimular a síntese de colágeno. Evidências clínicas recentes reforçam o potencial do ácido retinoico em promover maior produção de colágeno, contribuindo, assim, para a suavização de linhas de expressão e rugas finas.</p>



<p>Além disso, estudos <em>in vitro</em> demonstram que concentrações adequadas de retinol em fibroblastos dérmicos humanos favorecem o aumento da expressão gênica de elastina e fibrilina-1, estimulando a formação de fibras elásticas e melhorando a qualidade da matriz extracelular.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em><strong>Concentração</strong></em></h3>



<p>Em home care, de 0,025% a 0,1%. Em cabine, de 5% a 10%.</p>
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		<title>Olheiras: dicas clínicas para tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 16:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[olheiras]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos estéticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As olheiras estão entre as queixas mais comuns na prática estética, mas também estão entre as mais desafiadoras quando falamos em tratamento. Isso acontece porque não existe um único tipo de olheira; consequentemente, não existe um único procedimento eficaz para todos os casos. Entender essa individualidade é o primeiro passo para alcançar bons resultados. Identifique [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As olheiras estão entre as queixas mais comuns na prática estética, mas também estão entre as mais desafiadoras quando falamos em tratamento. Isso acontece porque não existe um único tipo de olheira; consequentemente, não existe um único procedimento eficaz para todos os casos. Entender essa individualidade é o primeiro passo para alcançar bons resultados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Identifique o tipo de olheira</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading">Depressão do sulco lacrimal</h3>



<p>A fisiopatologia dessa hiperpigmentação está relacionada a alterações no relevo da região periorbital. Nessa área, a presença do sulco lacrimal (uma depressão localizada medialmente à borda orbital inferior) favorece a formação de sombras, que se tornam mais evidentes conforme a incidência de luz no ambiente.</p>



<p>De forma geral, essa depressão pode estar associada tanto às características anatômicas individuais quanto à perda de volume de gordura subcutânea ao longo do envelhecimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/depressao-lacrimal.png" alt="" class="wp-image-14797"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Edema periorbital</h3>



<p>O edema periorbital manifesta-se por um aspecto edemaciado e amolecido da pálpebra, decorrente do acúmulo de líquido na região. Clinicamente, pode apresentar coloração arroxeada e tende a ser mais evidente no período da manhã ou após a ingestão de alimentos ricos em sódio.</p>



<p>Na prática estética, não há uma abordagem terapêutica específica e definitiva capaz de tratar esse tipo de olheira.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/edema.png" alt="" class="wp-image-14798"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Olheiras por envelhecimento da pele</h3>



<p>O envelhecimento fisiológico também impacta diretamente a região periorbital, promovendo redução do tecido gorduroso subcutâneo e afinamento cutâneo. Como consequência, há maior evidência do sulco lacrimal, com intensificação do sombreamento conforme a incidência de luz no ambiente.</p>



<p>A região periorbital apresenta maior suscetibilidade a alterações pigmentares, o que eleva o risco de desenvolvimento de hiperpigmentação pós-inflamatória.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/envelhecimento.png" alt="" class="wp-image-14800"/></figure>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/insights-clinicos-sobre-preenchimento-de-olheiras/">Insights clínicos sobre preenchimento de olheiras</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Alteração vascular</h3>



<p>Outro tipo de olheira observado na prática clínica está relacionado à alteração vascular. Nesses casos, o escurecimento decorre da maior visibilidade do plexo vascular presente nos músculos subjacentes, especialmente em indivíduos com pouca ou nenhuma camada de gordura subcutânea na região. </p>



<p>Fatores nutricionais também podem influenciar esse quadro. Evidências sugerem que a deficiência de vitamina K pode estar associada à hiperpigmentação periorbital de origem vascular, considerando seu papel essencial nos processos de coagulação sanguínea.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/vascular.png" alt="" class="wp-image-14801"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Olheiras por aumento da deposição de melanina</h3>



<p>Esse tipo de olheira pode se apresentar de duas formas principais: hiperpigmentação pós-inflamatória ou aumento do depósito de melanina.</p>



<p>A hiperpigmentação pós-inflamatória está, em geral, associada à fricção frequente ou ao hábito de coçar os olhos, apresentando características clínicas semelhantes às demais discromias decorrentes de processos inflamatórios. Já a olheira por aumento de melanina pode estar relacionada à exposição solar excessiva, que estimula a melanogênese, contribui para o afinamento do tegumento e favorece a maior visibilidade vascular. De modo geral, essa condição é mais prevalente em indivíduos com fototipos mais elevados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/melanina-1.png" alt="" class="wp-image-14802"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Trate as olheiras de acordo com a sua fisiopatologia</strong></h2>



<p>A <strong>olheira por depressão do sulco lacrimal </strong>está principalmente associada à reabsorção óssea do rebordo infraorbital, o que leva ao aumento da cavidade orbitária. Esse processo costuma vir acompanhado da atrofia da gordura profunda e da maior evidência do sulco nasojugal, caracterizando uma alteração que não é localizada, mas sim resultado de uma desorganização estrutural mais ampla da região periocular.&nbsp;</p>



<p>Nesses casos, a conduta geralmente envolve a intradermoterapia e o preenchimento estrutural profundo, realizado em plano supraperiostal ou submuscular, com produtos que proporcionem sustentação de forma controlada.</p>



<p>Por outro lado, a<strong> olheira vascular </strong>apresenta uma fisiopatologia distinta. Está relacionada à congestão venosa, à presença de uma pele mais fina e translúcida e, em alguns casos, à hiperpigmentação decorrente do extravasamento sanguíneo. No tratamento, indica-se modulação da microcirculação com uso de cafeína.&nbsp;</p>



<p>Já a <strong>olheira pigmentar</strong> decorre do aumento do depósito de melanina, influenciado por fatores genéticos, processos inflamatórios e exposição solar. A inflamação pode intensificar a produção de melanina e agravar a discromia. Então, o manejo deve priorizar abordagens dermatológicas com foco em despigmentação, como peelings químicos, lasers ou outras tecnologias específicas.</p>
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		<title>Insights clínicos sobre preenchimento de olheiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 18:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[harmonização facial]]></category>
		<category><![CDATA[olheiras]]></category>
		<category><![CDATA[preenchimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As olheiras estão entre as queixas mais frequentes nas clínicas de Estética, podendo impactar significativamente a autoestima e a percepção da própria imagem dos pacientes. No manejo dessa condição, o preenchimento com ácido hialurônico tem demonstrado resultados eficazes, especialmente em casos relacionados à depressão do sulco lacrimal ou perda de volume na região infraorbital. Entretanto, [&#8230;]</p>
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<p>As olheiras estão entre as queixas mais frequentes nas clínicas de Estética, podendo impactar significativamente a autoestima e a percepção da própria imagem dos pacientes.</p>



<p>No manejo dessa condição, o preenchimento com ácido hialurônico tem demonstrado resultados eficazes, especialmente em casos relacionados à depressão do sulco lacrimal ou perda de volume na região infraorbital. Entretanto, para que os resultados sejam satisfatórios e seguros, é fundamental que o profissional avalie corretamente a causa das olheiras e escolha a técnica adequada, respeitando a anatomia da região e os princípios de segurança do procedimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Anatomia da região infraorbital</strong></h2>



<p>A região infraorbital é considerada uma das áreas mais desafiadoras da harmonização facial devido à sua complexidade anatômica, intensa vascularização e à delicada interação entre pele, gordura, músculos, ligamentos e estrutura óssea. Por isso, antes de qualquer protocolo com ácido hialurônico, é fundamental compreender essa região como um sistema tridimensional integrado.</p>



<p>A pele dessa região é extremamente fina e translúcida, o que torna qualquer irregularidade ou excesso de produto facilmente perceptível, exigindo, assim, grande precisão na abordagem. Nos planos superficiais, a gordura é mais frouxa e móvel, o que dificulta o uso de preenchedores. Já os compartimentos profundos oferecem melhor suporte estrutural, tornando-se alvos mais estratégicos para correções, especialmente nas olheiras estruturais. A musculatura orbicular ativa, os ligamentos de retenção e a reabsorção óssea relacionada ao envelhecimento também influenciam diretamente a formação do sulco nasojugal e devem, portanto, ser considerados no planejamento.</p>



<p>Além disso, a região apresenta rede vascular e neural complexa, exigindo técnicas seguras, injeções lentas e volumes controlados. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="689" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1.png" alt="" class="wp-image-14792"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tipos de olheiras</strong></h2>



<p>A <strong>olheira estrutural</strong> está relacionada, sobretudo, à reabsorção óssea do rebordo infraorbital, o que amplia o diâmetro da órbita, associada à atrofia da gordura profunda e à presença de um sulco nasojugal mais evidente. Assim, a alteração não é pontual, mas envolve uma desorganização estrutural mais ampla da região periocular. Por isso, a conduta geralmente envolve preenchimento estrutural profundo, realizado em plano supraperiostal ou submuscular profundo, utilizando produtos capazes de oferecer sustentação de forma controlada.&nbsp;</p>



<p>A <strong>olheira vascular</strong>, por outro lado, apresenta fisiopatologia distinta. Ela está associada à congestão venosa, à presença de pele fina e translúcida e, em determinadas situações, à hiperpigmentação decorrente do extravasamento sanguíneo. Frequentemente há influência genética, e o quadro pode, então, se intensificar com o envelhecimento. Nesses casos, o uso de preenchedores não deve ser considerado como primeira abordagem isolada. O foco inicial deve estar na melhora da qualidade cutânea, com estímulo de colágeno, modulação da microcirculação local e otimização da hidratação. Tecnologias associadas e terapias regenerativas, como bioestimuladores, microagulhamento, intradermoterapia, PDRN, exossomos ou fios, podem ser indicadas antes de qualquer tentativa de volumização profunda.</p>



<p>Já a <strong>olheira pigmentar</strong> resulta do aumento do depósito de melanina, influenciado por fatores genéticos, processos inflamatórios e exposição solar. A inflamação pode intensificar a melanogênese e acentuar, assim, a discromia. Nessa situação, o preenchimento não atua sobre a causa do problema. O manejo deve priorizar abordagens dermatológicas voltadas à despigmentação, como peelings químicos, lasers ou outras tecnologias específicas, por exemplo. </p>



<p>Na prática clínica, a apresentação mais frequente é a <strong>olheira mista</strong>, na qual coexistem componentes estruturais, vasculares e pigmentares. </p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/bioestimuladores-na-harmonizacao-facial/">Bioestimuladores na harmonização facial</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ácido hialurônico no preenchimento</strong></h2>



<p>Embora o ácido hialurônico apresente alta biocompatibilidade e possa ser revertido com hialuronidase, a segurança do procedimento depende diretamente do conhecimento anatômico, da escolha adequada do produto e da técnica empregada. O planejamento deve sempre incluir análise estática e dinâmica da região, avaliando profundidade do sulco, qualidade da pele, presença de edema, bolsas herniadas, grau de reabsorção óssea e padrão vascular.</p>



<p>Os planos mais seguros de aplicação são o supraperiostal e o submuscular profundo, devendo-se evitar planos superficiais, como o subdérmico ou intramuscular no orbicular. A técnica com cânula (22G ou 25G) emprega a retroinjeção de microdepósitos profundos em volumes reduzidos, geralmente de 0,05 ml por ponto. Nessa região, o controle volumétrico é fundamental, pois subcorrigir e reavaliar é sempre mais seguro do que exceder o volume inicial.</p>



<p>A prevenção de complicações exige injeções lentas, volumes controlados e atenção constante às zonas de risco.</p>
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		<title>Bioestimuladores na harmonização facial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 21:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[bioestimuladores]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[harmonização facial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os bioestimuladores de colágeno têm ocupado uma posição de destaque nos protocolos de rejuvenescimento e nas estratégias mais modernas de harmonização facial. O recurso, em suma, não deve ser classificado como preenchedor facial, mas sim como um agente indutor de neocolagênese, promovendo a reorganização e a remodelação da matriz extracelular. No texto de hoje, eu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os bioestimuladores de colágeno têm ocupado uma posição de destaque nos protocolos de rejuvenescimento e nas estratégias mais modernas de harmonização facial. O recurso, em suma, não deve ser classificado como preenchedor facial, mas sim como um agente indutor de neocolagênese, promovendo a reorganização e a remodelação da matriz extracelular.</p>



<p>No texto de hoje, eu trago insights importantes para quem trabalha com procedimentos minimamente invasivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como os bioestimuladores atuam?</strong></h2>



<p>A aplicação do bioestimulador provoca uma resposta inflamatória controlada, fundamental para ativar o sistema imune local. Após a injeção, ocorre o recrutamento de macrófagos, liberação de citocinas sinalizadoras e ativação dos fibroblastos por meio de segundos mensageiros, iniciando a síntese de novas fibras colágenas. Por fim, há reorganização do tecido, melhora da sustentação e fortalecimento estrutural da pele nas regiões tratadas.</p>



<p>Com o avanço do envelhecimento cronológico, observa-se redução da atividade fibroblástica, queda na produção de colágeno, início de senescência celular, aumento do estresse oxidativo e de processos inflamatórios crônicos, além da degradação progressiva da matriz extracelular. Esse conjunto de alterações leva à perda de firmeza, contorno e suporte cutâneo, favorecendo a ptose gravitacional.</p>



<p>Portanto, o bioestimulador atua estimulando a reorganização da matriz extracelular, com ênfase na produção de colágeno tipo I e III, incremento de elastina e estímulo à síntese de glicosaminoglicanos. Como efeitos, tem-se melhora da flacidez, aumento da densidade dérmica, aprimoramento da textura e da luminosidade da pele, e atenuação de irregularidades.</p>



<p>Além disso, o profissional pode associar o recurso a outras estratégias terapêuticas, como o uso de ácido hialurônico, especialmente em quadros que envolvem reabsorção óssea, afinamento dérmico e perda de compartimentos estruturais.</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/3-dicas-de-rejuvenescimento-facial/">3 dicas de rejuvenescimento facial</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que levar em consideração ao escolher o bioestimulador?</strong></h2>



<p>Antes de realizar qualquer aplicação, a avaliação clínica precisa ser minuciosa. A espessura da derme é um fator determinante na escolha do produto e na definição da diluição mais adequada. Também é essencial classificar corretamente o grau de flacidez, tendo em mente que o bioestimulador não remove excesso de pele, mas promove uma melhora estrutural gradual ao longo do tempo.</p>



<p>A qualidade do tecido subcutâneo influencia diretamente a distribuição e o comportamento do material, assim como o padrão de mobilidade facial do paciente. O fotoenvelhecimento, que é evidenciado por elastose, dilatação de poros e alterações pigmentares, deve ser analisado de forma integrada, frequentemente demandando combinação com outras estratégias terapêuticas.</p>



<p>Outro ponto fundamental é o histórico inflamatório individual. Pacientes com predisposição a respostas inflamatórias exacerbadas podem apresentar maior risco de encapsulamento das microesferas e desenvolvimento de nódulos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 bioestimuladores com eficácia comprovada</strong></h2>



<p>Para a entrega de resultados seguros, é fundamental que o profissional opte por bioestimuladores cuja eficácia é respaldada por estudos científicos. Portanto, há 3 materiais que indico com segurança.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Hidroxiapatita de cálcio</h3>



<p>A hidroxiapatita de cálcio é um biomaterial que combina estímulo biológico com suporte estrutural inicial. Sua composição é formada por microesferas suspensas em um gel carreador, responsável por um efeito volumétrico temporário nas primeiras semanas após a aplicação (especialmente quando se opta por diluições menores, mantendo o produto mais concentrado).</p>



<p>Conforme o gel é gradualmente reabsorvido, as microesferas passam a desempenhar sua função principal: induzir uma resposta inflamatória subclínica controlada, ativando fibroblastos e estimulando a neocolagênese.</p>



<p>Além do estímulo biológico progressivo, observa-se um efeito mecânico imediato, promovendo reorganização tridimensional dos tecidos. Portanto, especialistas indicam o material para áreas que demandam maior suporte estrutural, como terço médio da face, contorno mandibular, mento e região lateral facial.Quando utilizado em diluições mais altas, pode atuar na redensificação dérmica, contribuindo para melhora da qualidade cutânea e da flacidez leve a moderada, com resultados graduais e previsíveis.</p>



<p>Em suma, a aplicação desencadeia recrutamento de macrófagos, liberação de citocinas sinalizadoras e ativação fibroblástica, elevando a produção de colágeno tipos I e III e promovendo reorganização da matriz extracelular. Evidências histológicas demonstram deposição de colágeno ao redor das microesferas, formando uma rede de sustentação que persiste mesmo após a degradação progressiva do material por vias metabólicas naturais. O cálcio liberado é metabolizado de maneira segura pelo organismo, enquanto a matriz colagênica recém-formada mantém o efeito clínico.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1482" height="979" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-27-181248.png" alt="" class="wp-image-14787"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Ácido polilático</h3>



<p>O mecanismo de ação do PLLA baseia-se na indução intensa e gradual de neocolagênese. Por isso, os resultados tendem a surgir de forma mais tardia, geralmente entre 30 e 90 dias. Porém, quando se consolidam, proporcionam aumento expressivo da produção de colágeno, com melhora global da flacidez difusa e da perda estrutural.</p>



<p>O PLLA é especialmente indicado para protocolos estratégicos, tanto na face quanto no corpo. Em tratamentos faciais, pode ser aplicado em regiões como têmporas e contorno mandibular. Em áreas corporais, apresenta excelente desempenho em glúteos, abdômen e face interna das coxas. Seu efeito é prolongado e, em muitos casos, demanda menor número de sessões ao longo do tempo quando comparado a outros bioestimuladores.</p>



<p>No entanto, trata-se de um material que exige domínio técnico rigoroso, sobretudo na etapa de reconstituição. Diferentemente da hidroxiapatita, que pode ser diluída com soro fisiológico e apresenta hidratação mais rápida, o PLLA deve ser reconstituído com água estéril para injetáveis e necessita de tempo adequado para completa hidratação e homogeneização das partículas. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Policaprolactona</h3>



<p>A PCL é um bioestimulador que ocupa uma posição intermediária entre os materiais exclusivamente indutores de colágeno e aqueles que oferecem maior efeito estrutural prolongado.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Em suma, o recurso associa estímulo biológico à formação de colágeno com um suporte estrutural mais duradouro, sendo amplamente reconhecida pela longevidade dos seus resultados. É indicada quando o objetivo é manter a sustentação tecidual por um período prolongado, tanto em protocolos faciais quanto corporais, desde que cuidadosamente planejados.</p>



<p>Por permanecer mais tempo no organismo, sua utilização exige conduta criteriosa e abordagem conservadora. Uma indicação inadequada ou o uso excessivo do produto pode resultar em intercorrências em longo prazo.</p>



<p>Compreendendo as particularidades da hidroxiapatita de cálcio, do ácido polilático e da policaprolactona, torna-se, então, possível personalizar os protocolos terapêuticos e ajustar as expectativas do paciente. </p>
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		<title>3 dicas de rejuvenescimento facial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 20:18:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos da Estética]]></category>
		<category><![CDATA[peeling químico]]></category>
		<category><![CDATA[preenchimento]]></category>
		<category><![CDATA[rejuvenescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aumento da expectativa de vida, aliado à busca por bem-estar e autoestima, tem aumentado de forma significativa a procura por procedimentos seguros de rejuvenescimento. Para garantir uma entrega de resultados clínicos de alta eficácia, trazendo harmonia à face, eu separei 3 dicas fundamentais para profissionais que buscam excelência clínica. Foque nos 4 Rs do [&#8230;]</p>
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<p>O aumento da expectativa de vida, aliado à busca por bem-estar e autoestima, tem aumentado de forma significativa a procura por procedimentos seguros de rejuvenescimento.</p>



<p>Para garantir uma entrega de resultados clínicos de alta eficácia, trazendo harmonia à face, eu separei 3 dicas fundamentais para profissionais que buscam excelência clínica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Foque nos 4 Rs do rejuvenescimento</strong></h2>



<p>O envelhecimento desencadeia uma série de alterações estruturais e fisiológicas, que se manifestam de forma mais evidente na pele. Como consequência, observam-se perda de firmeza, formação de rugas e surgimento de hipercromias senis, trazendo mudanças progressivas na matriz dérmica, na produção de colágeno e na renovação celular.</p>



<p>Quando falamos em envelhecimento e em promover harmonia, naturalidade e equilíbrio facial nos tratamentos estéticos, é indispensável que a prática se fundamente nos 4Rs do envelhecimento. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Relaxar o músculo</strong></h3>



<p>O primeiro “R” do rejuvenescimento refere-se ao relaxamento muscular. Afinal, a depender da intensidade e da frequência da contração muscular, uma ruga que era inicialmente dinâmica pode evoluir para uma ruga estática e mais profunda ao longo do tempo. Nesse contexto, o adequado manejo com o uso da toxina botulínica torna-se estratégico para um resultado rejuvenescedor harmônico.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Recuperar o volume</strong></h3>



<p>Com o envelhecimento, ocorre perda de volume cutâneo. Sendo assim, protocolos de rejuvenescimento devem focar, também, na recuperação desse volume perdido.&nbsp;</p>



<p>Em suma, em pacientes que já se encontram em uma faixa etária em que há reabsorção óssea ou redistribuição e perda dos compartimentos de gordura, que são estruturas fundamentais para sustentação e contorno facial, a recuperação de volume torna-se indispensável. A partir dela, é possível restaurar projeção, suporte e proporção facial, promovendo harmonia e naturalidade.</p>



<p>Nesse contexto, deve-se ter cautela com a utilização de radiofrequência monopolar ou em frequências mais baixas. Dependendo dos parâmetros empregados, o recurso pode alcançar planos mais profundos e impactar o tecido adiposo, favorecendo a redução de gordura facial. Para recuperação de volume, a sugestão é apostar no preenchimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="994" height="519" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-20-170803.png" alt="" class="wp-image-14782"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Renovar a pele</strong></h3>



<p>A renovação da pele é um processo fundamental na promoção do rejuvenescimento. Para isso, indico apostar em peelings químicos, elencando os ácidos de forma equilibrada, e investir em laser e microdermoabrasão.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Reposicionar o tegumento</strong></h3>



<p>Recursos como radiofrequência, ultrassom focalizado e jato de plasma podem retrair o tecido e estimular o colágeno, favorecendo o reposicionamento do sistema tegumentar. Esse efeito é indicado para melhora da firmeza cutânea e atenuação dos sinais clínicos do envelhecimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aposte nos peelings químicos para rejuvenescimento</strong></h2>



<p>Os peelings químicos são responsáveis por renovar o tecido envelhecido, sendo, portanto, altamente indicados em protocolos clínicos eficazes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido glicólico</strong></h3>



<p>No contexto do rejuvenescimento, o ácido glicólico destaca-se por sua eficácia em promover renovação celular, intensificar a hidratação cutânea e estimular a vasodilatação na junção dermoepidérmica, favorecendo a ativação da atividade fibroblástica.</p>



<p>Para que haja estímulo dos fibroblastos e aumento da produção de fibras dérmicas e demais componentes da matriz extracelular, é essencial que o ativo ultrapasse a junção dermoepidérmica e induza uma resposta inflamatória controlada na derme papilar. Para isso, sugere-se concentrações mais elevadas e pH mais baixo.</p>



<p>Na epiderme, quando empregado como peeling químico superficial, o ácido glicólico acelera a renovação celular, melhora a organização do estrato córneo e aumenta a hidratação. Com isso, tem-se suavização de linhas de expressão, refinamento da textura cutânea e redução de hiperpigmentações superficiais.</p>



<p>Já na derme, por outro lado, em protocolos de maior profundidade, desencadeia uma resposta inflamatória local controlada, promovendo vasodilatação, melhora da oxigenação e maior aporte nutricional ao tecido. Assim, estimula a mitose dos fibrócitos, que retomam a síntese de colágeno, elastina e glicosaminoglicanos, contribuindo para a correção de rugas finas e profundas e para a melhora da qualidade da pele.</p>



<p><strong>Em cabine: </strong>20% a 70%<br><strong>Home care: </strong>1% a 10% em sabonetes líquidos e formulações dermocosméticas<br><strong>pH</strong> de 0,6 a 1,7 para efeitos mais abrasivos; de 3,5 a 3,8 para abrasão intermediária; e 4,5 para abrasão leve</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/rosacea-3-sugestoes-de-tratamento/">Rosácea: 3 sugestões de tratamento</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido retinoico</strong></h3>



<p>O ácido retinoico destaca-se no rejuvenescimento cutâneo por sua capacidade de aumentar a espessura epidérmica, modular a atividade das metaloproteinases (MMPs), que são enzimas envolvidas na degradação do colágeno, e estimular a síntese de colágeno.</p>



<p>Evidências científicas demonstram que sua eficácia está diretamente relacionada à indução da produção de colágeno dérmico, o que contribui para a suavização de linhas de expressão e rugas finas, além de melhorar a textura e a firmeza da pele.</p>



<p>Além disso, observa-se aumento da expressão gênica de elastina e fibrilina-1, proteínas essenciais para a formação e organização das fibras elásticas. Assim, favorece a restauração da elasticidade cutânea.</p>



<p><strong>Em cabine:</strong> 5% e 8% para peeling químico superficial, e 10% para peeling médio<br><strong>Home care:</strong> 0,025% a 0,1%</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido tricloroacético</strong></h3>



<p>Os mecanismos de ação do ácido tricloroacético abrangem desde a esfoliação química controlada da epiderme até efeitos mais profundos relacionados à remodelação dérmica. Dependendo da concentração e da técnica empregada, pode atuar na derme papilar e, em alguns protocolos, alcançar camadas ainda mais profundas, contribuindo para a correção da flacidez e de rugas finas e profundas.</p>



<p>A profundidade de penetração e seus efeitos terapêuticos estão relacionados à concentração da solução, ao pH e ao tempo de exposição cutânea. Quando atinge a derme papilar superficial, promove vasodilatação e aumento do fluxo sanguíneo local, desencadeando, então, um processo inflamatório controlado. Essa resposta biológica estimula a neocolagênese e a neoelastogênese, levando à reorganização da matriz extracelular.</p>



<p>Como resultado, observa-se melhora significativa da textura, da elasticidade e da aparência das rugas.</p>



<p><strong>Em cabine:</strong> 20% a 35%</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Invista no preenchimento malar para rejuvenescimento</strong></h2>



<p>Para entregar resultados harmônicos em protocolos de rejuvenescimento, é indispensável que o profissional aposte no preenchimento malar.&nbsp;</p>



<p>Reestruturando a região malar, é possível, então, reverter a quadralização da face característica do envelhecimento, que é marcada pela perda do formato de triângulo invertido, típico da juventude, e pelo predomínio de volume no terço inferior, trazendo um aspecto mais pesado e quadrado à face.</p>



<p>No dia 26 de fevereiro, eu vou ministrar um<strong> curso ao vivo, gratuito e online sobre preenchimento malar</strong>. Será uma manhã inteira com revisão de anatomia da face, técnicas de preenchimento malar, critérios para escolha de preenchedores, prática clínica, e muito mais! <strong><a href="https://lp.institutojoaotassinary.com.br/preenchimento-malar-fev26-a?utm_source=organic_blog&amp;utm_medium=blog&amp;utm_campaign=malar2601&amp;utm_term=20260220">Clique aqui para ter acesso a mais informações</a></strong>.</p>
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		<title>Rosácea: 3 sugestões de tratamento</title>
		<link>https://joaotassinary.com.br/rosacea-3-sugestoes-de-tratamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 21:04:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[cosmetologia]]></category>
		<category><![CDATA[fototerapia]]></category>
		<category><![CDATA[Nutricosméticos]]></category>
		<category><![CDATA[rosácea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A rosácea é uma condição inflamatória crônica de alta prevalência, que se manifesta principalmente na região central da face. Como efeitos fisiológicos, tem-se eritema transitório ou persistente, telangiectasias visíveis e, em muitos casos, lesões inflamatórias como pápulas e pústulas, além de alterações estruturais que incluem hipertrofia das glândulas sebáceas e processos fibróticos. No texto de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A rosácea é uma condição inflamatória crônica de alta prevalência, que se manifesta principalmente na região central da face. Como efeitos fisiológicos, tem-se eritema transitório ou persistente, telangiectasias visíveis e, em muitos casos, lesões inflamatórias como pápulas e pústulas, além de alterações estruturais que incluem hipertrofia das glândulas sebáceas e processos fibróticos.</p>



<p>No texto de hoje, eu trago 3 dicas de tratamento para a rosácea.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>LED na rosácea</strong></h2>



<p>A fototerapia é uma tecnologia amplamente empregada no tratamento de diversas condições cutâneas que demandam estímulo à cicatrização, bem como controle da dor e dos processos inflamatórios.</p>



<p>Os LEDs são dispositivos semicondutores de estado sólido que emitem luz quando submetidos à passagem de corrente elétrica, fenômeno decorrente do movimento dos elétrons em sua estrutura interna. A radiação luminosa produzida é monocromática, composta majoritariamente por um único comprimento de onda, além de não colimada e não coerente, uma vez que é emitida em feixes não paralelos, com ampla dispersão angular, geralmente em torno de 120°. Como resultado, observa-se uma distribuição luminosa mais difusa sobre o tecido.</p>



<p>No manejo da rosácea, estudos indicam que os efeitos terapêuticos da fototerapia na rosácea estão relacionados à sua capacidade de modular negativamente a expressão gênica e reduzir a atividade das calicreínas (KLKs). Assim, considerando o caráter inflamatório da patologia, a fototerapia exerce um papel fundamental na atenuação da inflamação.</p>



<p><em>Parâmetro de aplicação:</em><br>Comprimento de onda: 580 a 850 nm<br>Exposição radiante: 23 a 48 J/cm²<br>Energia: 6 a 15 J/ponto</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cosmetologia na rosácea</strong></h2>



<p>Ao contrário do uso do LED, com a cosmetologia busca-se adotar terapias mais específicas e direcionadas à restauração e ao fortalecimento da barreira cutânea.</p>



<p>Como cosméticos, sugiro, por exemplo:</p>



<p><strong>Ácido azelaico: </strong>Apresenta propriedades anti-inflamatórias e diminui espécies reativas de oxigênio. <em>Sugestão de uso</em>: 15 a 20% em veículos a base de gel ou espuma.</p>



<p><strong>Alfa bisabolol:</strong> Antimicrobiano, bactericida, calmante, cicatrizante, analgésico e antiespasmódico. <em>Sugestão de uso</em>: 0,1 a 0,5%.</p>



<p><strong>Hamamelis:</strong> Antioxidante e adstringente, além de promover vasoconstrição e possuir efeito anti-inflamatório. <em>Sugestão de uso</em>: 5 a 10% de extrato glicólico.</p>



<p><strong>Gluconolactona:</strong> A gluconolactona apresenta elevada capacidade hidratante e um perfil de ação mais suave quando comparada aos alfa-hidroxiácidos (AHAs), o que permite sua utilização em áreas sensíveis, como a região periocular e os lábios. Além disso, destaca-se por sua atividade anti-inflamatória. <em>Sugestão de uso</em>: pH de 3,5 a 4,5.</p>



<p><strong>Niacinamida</strong>: Ativo calmante e anti-inflamatório, melhorando a qualidade da pele dos pacientes no que se refere à hidratação e à barreira cutânea. <em>Sugestão de uso:</em> 2 a 5%.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="763" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1.png" alt="" class="wp-image-14778"/></figure>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/nutricosmeticos-para-o-tratamento-de-acne/">Nutricosméticos para o tratamento de acne</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nutricosméticos no tratamento de rosácea</strong></h2>



<p>O nutricosmético é definido como um produto de uso oral, desenvolvido e comercializado com o objetivo de promover a saúde e a estética do indivíduo. Em suma, pode ser apresentado em diferentes formas, como pílulas, comprimidos, alimentos ou soluções líquidas.</p>



<p><strong>Nicotinamida:</strong> Efeito anti-inflamatório e de melhora da função de barreira da pele. <em>Sugestão de uso:</em> 100 mg ao dia.</p>



<p><strong>Zinco: </strong>Apresenta ação antioxidante, promoção do decréscimo da produção sebácea e redução do acúmulo de células inflamatórias. <em>Sugestão de uso:</em> 10 mg ao dia.</p>



<p><strong>Ácido fólico:</strong> A deficiência de ácido fólico está relacionada ao surgimento de lesões cutâneas e ao aparecimento de erupções acneicas. <em>Sugestão de uso: </em>1 mg ao dia.</p>



<p><strong>Ômega 3:</strong> Sua deficiência favorece o aparecimento de queratinócitos anormais, o aumento da atividade metabólica e a perda da função de impermeabilidade da pele. Cabe destacar, além disso, que a redução da razão ômega-6/ômega-3 contribui para a atenuação da resposta imune-inflamatória. <em>Sugestão de uso: </em>2 g ao dia.</p>
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		<title>Nutricosméticos para o tratamento de acne</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 17:55:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamentos da Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Acne]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[Nutricosméticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A acne é caracterizada como uma afecção crônica do folículo pilossebáceo, cuja patogênese é multifatorial e complexa, envolvendo diferentes mecanismos. Dentre os métodos de tratamento comprovados pela Ciência como eficazes no manejo da alteração estética, os nutricosméticos se destacam. Confira, no texto de hoje, indicações de produtos que entregam resultados seguros. O que são nutricosméticos? [&#8230;]</p>
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<p>A acne é caracterizada como uma afecção crônica do folículo pilossebáceo, cuja patogênese é multifatorial e complexa, envolvendo diferentes mecanismos. Dentre os métodos de tratamento comprovados pela Ciência como eficazes no manejo da alteração estética, os nutricosméticos se destacam. </p>



<p>Confira, no texto de hoje, indicações de produtos que entregam resultados seguros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são nutricosméticos?</strong></h2>



<p>Primeiramente, é fundamental compreender a fisiopatologia da acne.</p>



<p>De modo geral, quatro processos principais exercem papel determinante na formação das lesões acneicas: (I) aumento da produção sebácea; (II) alterações nos processos de queratinização folicular, culminando na formação do comedão; (III) colonização do folículo pilossebáceo por <em>Cutibacterium acnes</em>; e (IV) ativação e mediação de processos inflamatórios que acometem as unidades pilossebáceas.</p>



<p>Os nutricosméticos, por sua vez, tratam-se da promoção de beleza “de dentro para fora”. Portanto, um nutricosmético é compreendido como um produto destinado à administração oral, formulado e comercializado para promover a estética e a saúde do indivíduo, podendo ser apresentado sob a forma de pílulas, alimentos, líquidos ou comprimidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Zinco no tratamento da acne</strong></h2>



<p>O zinco exerce ação benéfica no tratamento da acne por meio de diferentes mecanismos, destacando-se seus efeitos bacteriostático e antioxidante, além da capacidade de reduzir a produção sebácea e o acúmulo de células inflamatórias.</p>



<p><strong>Recomendação:</strong> 10 mg ao dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vitaminas A, E e C</strong> <strong>como nutricosméticos</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading">Vitamina A</h3>



<p>Pesquisadores associaram o zinco à vitamina A no tratamento de pacientes com pele acneica e avaliaram, ao longo das semanas, a evolução do número de comedões, pápulas, pústulas e infiltrados inflamatórios. Após quatro semanas de intervenção, observou-se redução significativa no número de pápulas, pústulas e infiltrados inflamatórios nos grupos tratados. Portanto, comprova-se o papel relevante da vitamina A e do zinco na patogênese da acne. </p>



<p><strong>Recomendação</strong>: 1.000 μg ao dia.</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/5-dicas-de-limpeza-de-pele/">5 dicas de limpeza de pele</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Vitamina E</h3>



<p>Sabe-se que pacientes com acne papulopustulosa apresentam aumento do estresse oxidativo, associado a um aporte reduzido de antioxidantes. Assim, compreende-se a importância da utilização de antioxidantes, como as vitaminas E e C, nesse perfil de paciente.&nbsp;</p>



<p><strong>Recomendação</strong>: 50 mg ao dia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Vitamina C</h3>



<p>O ácido ascórbico é uma vitamina hidrossolúvel com potente ação antioxidante, capaz de reagir diretamente com o oxigênio simples, o radical hidroxila e o radical superóxido. Além disso, atua na regeneração da vitamina E.</p>



<p>Partindo-se do pressuposto de que a inflamação e o estresse oxidativo estão diretamente relacionados à patogênese da acne, e considerando a ação anti-inflamatória e antioxidante da vitamina C, compreende-se, então, a eficácia do recurso.</p>



<p><strong>Recomendação</strong>: 200 mg ao dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Selênio no manejo da acne</strong></h2>



<p>A hipótese do mecanismo de ação do selênio na acne está relacionada à sua capacidade antioxidante, uma vez que espécies reativas de oxigênio produzidas por neutrófilos estão envolvidas na progressão do processo inflamatório acneico.&nbsp;</p>



<p><strong>Recomendação</strong>: 50 μg ao dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ácidos graxos poli-insaturados ômega 3</strong></h2>



<p>O mecanismo de ação dos ácidos graxos poli-insaturados ômega 3 está relacionado à regulação positiva da produção sebácea, de modo que sua inibição resulta em melhora clínica significativa. Ademais, levantamentos epidemiológicos indicam que populações que mantêm dietas tradicionais ricas em ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 apresentam menores taxas de acne.</p>



<p><strong>Recomendação</strong>: 2 g ao dia.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="718" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/01/2-1.png" alt="" class="wp-image-14770"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vitaminas do complexo B como nutricosméticos</strong></h2>



<p>Algumas pesquisas indicam que a administração oral de piridoxina (vitamina B5) é eficaz na melhora do quadro cutâneo de pacientes com acne vulgar persistente na fase pós-adolescência. Em suma, uma das hipóteses é que os efeitos benéficos de determinados ativos estejam relacionados às suas atividades antimicrobianas, anti-inflamatórias e sebostáticas.</p>



<p><strong>Recomendação</strong>: Piridoxina em 20 mg ao dia. Riboflavina em 10 mg ao dia.</p>



<p></p>
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		<title>5 dicas de limpeza de pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 21:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos da Estética]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[limpeza de pele]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A limpeza de pele é um dos procedimentos mais requisitados nas clínicas de Estética, sobretudo no atendimento facial. Portanto, dominar cada etapa da técnica é indispensável para quem busca entregar resultados consistentes e seguros. Pensando nisso, selecionei 5 dicas essenciais de limpeza de pele que têm potencial para elevar a qualidade dos seus atendimentos e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A limpeza de pele é um dos procedimentos mais requisitados nas clínicas de Estética, sobretudo no atendimento facial. Portanto, dominar cada etapa da técnica é indispensável para quem busca entregar resultados consistentes e seguros.</p>



<p>Pensando nisso, selecionei 5 dicas essenciais de limpeza de pele que têm potencial para elevar a qualidade dos seus atendimentos e otimizar seus resultados clínicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prepare bem a pele pré-extração</strong></h2>



<p>Para fazer uma extração eficaz, sem gerar trauma no tecido, é preciso preparar a pele adequadamente. Portanto, a dica é apostar no uso de emolientes de qualidade e com pHs mais elevados, uma higienização rigorosa e a aplicação de manobras delicadas, com pressão controlada e instrumentos devidamente esterilizados.</p>



<p>É, ainda, importante evitar a extração em peles com lesões doloridas, cistos ou processos infecciosos. Ademais, pele não íntegra não deve receber o procedimento.</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/5-perguntas-e-respostas-sobre-microagulhamento/">5 perguntas e respostas sobre microagulhamento</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aposte em ativos ideais para cada tipo de pele</strong></h2>



<p>Na limpeza de pele, é preciso associar a cosmetologia ao procedimento. Para selecionar ativos seguros e com bom custo-benefício, priorize aqueles com comprovação científica, alta tolerância cutânea e baixo potencial irritativo. Avalie cuidadosamente as concentrações, os veículos cosméticos (gel, creme, sérum) e opte por fornecedores confiáveis. Além disso, ajuste cada escolha conforme o tipo de pele, a condição clínica e o objetivo do protocolo.</p>



<p>Em peles oleosas, prefira ativos que controlam a oleosidade, como:</p>



<ul>
<li>Ácido salicílico</li>



<li>Niacinamida</li>
</ul>



<p>Para peles secas, aposte na hidratação e restauração da barreira com:</p>



<ul>
<li>Ácido hialurônico</li>



<li>D-pantenol&nbsp;</li>
</ul>



<p>Por outro lado, em peles sensíveis, escolha calmantes, como:</p>



<ul>
<li>Pantenol</li>



<li>Camomila</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="723" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/01/2.png" alt="" class="wp-image-14765"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Monte protocolos personalizados</strong> <strong>de limpeza de pele</strong></h2>



<p>Primeiramente, é importante entender que não há um protocolo “padrão” universal; afinal, cada pele apresenta necessidades fisiológicas específicas. Assim, qualquer protocolo deve ser individualizado com base na avaliação clínica, no tipo de pele, nas queixas e nos objetivos terapêuticos.</p>



<p>Para montar um protocolo personalizado, faça uma avaliação minuciosa do tipo de pele, histórico clínico, hábitos e necessidades específicas do paciente. A partir disso, selecione ativos e técnicas ideais, evitando padronizações e ajustando concentrações, tempo de ação e sequência das etapas.</p>



<p>Em seguida, reavalie a resposta clínica a cada sessão, monitorando evolução, tolerância e possíveis ajustes necessários. Essa adaptação contínua assegura maior segurança, eficácia e resultados alinhados às necessidades individuais de cada paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dê adeus ao vapor de ozônio na limpeza de pele</strong></h2>



<p>Apesar de já ter sido muito elencado na Estética com o intuito de promover emoliência, sabe-se, hoje, que o uso do vapor de ozônio pode agravar processos inflamatórios, especialmente em casos de acne, melasma e rosácea.&nbsp;</p>



<p>Afinal, o calor do vapor favorece a vasodilatação, aumenta o risco de hiperpigmentação e pode degradar ativos cosméticos que foram aplicados previamente. Portanto, a recomendação é substituir o vapor por estratégias mais seguras e eficazes de emoliência, como o uso de bases cosméticas com pH mais elevado e formulações específicas para amolecimento dos comedões.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Adeque o protocolo ao tipo de pele</strong></h2>



<p>É fundamental definir o protocolo de tratamento de acordo com o tipo de pele do paciente.</p>



<p>Em <strong>peles acneicas e sensíveis</strong>, a higienização deve ser suave, utilizando sabonetes formulados com ativos específicos para as necessidades do paciente e evitando qualquer forma de esfoliação física agressiva. A escolha de produtos deve priorizar formulações calmantes, anti-inflamatórias e não comedogênicas, reduzindo o risco de irritação e inflamação secundária.&nbsp;</p>



<p>A finalização do protocolo pode incluir fototerapia de baixa intensidade, associada ao uso de ativos calmantes, reparadores e restauradores da barreira cutânea, favorecendo a recuperação tecidual e o controle da sensibilidade.</p>



<p>Já em <strong>fototipos mais altos</strong>, a ideia é evitar manchas e irritações. Nesses casos, prefira produtos suaves, sem ácidos irritativos, e evite qualquer forma de esfoliação física intensa, já que esse perfil cutâneo apresenta maior predisposição à hiperpigmentação pós-inflamatória.</p>



<p>A extração deve ser delicada e precisa, minimizando microtraumas. A finalização pode incluir ativos calmantes e anti-inflamatórios, quando necessário, para estabilizar a resposta da pele. Além disso, é essencial orientar o paciente sobre a fotoproteção após o procedimento.</p>



<p>Por fim, em <strong>peles maduras</strong>, opte por produtos suaves, evitando ácidos agressivos e qualquer forma de esfoliação intensa, uma vez que esse tipo de pele tende a ser mais fina, sensível e suscetível a microlesões. Priorize estratégias de hidratação profunda, além da reposição de ativos que contribuam para a estimulação de colágeno e para a integridade da barreira cutânea. As extrações devem ser realizadas apenas quando realmente necessárias, com técnica delicada e criteriosa.</p>
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		<title>5 perguntas e respostas sobre microagulhamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 18:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamentos da Estética]]></category>
		<category><![CDATA[estética corporal]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[Microagulhamento]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos estéticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir da aplicação de microagulhas que geram lesões controladas na pele, o microagulhamento desencadeia uma série de respostas fisiológicas no tegumento.&#160; Trata-se, em suma, de um recurso técnico-dependente; portanto, a eficácia dos resultados depende da aplicação do profissional. Quando aplicado superficialmente, promove efeitos predominantemente epidérmicos, potencializando a permeação transdérmica de ativos. No entanto, ao [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A partir da aplicação de microagulhas que geram lesões controladas na pele, o microagulhamento desencadeia uma série de respostas fisiológicas no tegumento.&nbsp;</p>



<p>Trata-se, em suma, de um recurso técnico-dependente; portanto, a eficácia dos resultados depende da aplicação do profissional. Quando aplicado superficialmente, promove efeitos predominantemente epidérmicos, potencializando a permeação transdérmica de ativos. No entanto, ao ser aplicado em maior profundidade, atinge a derme, estimulando a produção de colágeno e favorecendo a regeneração tecidual.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é a profundidade ideal das agulhas de microagulhamento?</strong></h2>



<p>O tamanho das agulhas utilizadas no procedimento depende do objetivo terapêutico. Caso o intuito seja realizar drug delivery, promovendo a permeação transdérmica de ativos (como no tratamento de hiperpigmentações ou alopecia), utiliza-se, em geral, a profundidade de 0,5 mm. Assim, não buscamos induzir um processo inflamatório nem estimular a produção de colágeno.</p>



<p>Por outro lado, quando a finalidade é provocar lesão tecidual controlada para estimular a produção de colágeno e, então, a regeneração do tecido, empregam-se agulhas de 1,5 mm.</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/quando-o-peeling-quimico-e-indicado/">Quando o peeling químico é indicado?</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Caneta ou roller: por qual optar?</strong></h2>



<p>Do ponto de vista técnico-científico, não há diferença significativa nos resultados quando os recursos são aplicados corretamente. Contudo, na prática clínica, há algumas distinções claras.</p>



<p>Com a caneta, é possível graduar a profundidade durante a sessão, ajustando-a conforme o objetivo terapêutico. O roller, por outro lado, não permite essa variação. Em termos de custo, a caneta tende a ser mais econômica a longo prazo, devido ao menor valor dos cartuchos; já o roller costuma ser mais econômico a curto prazo.</p>



<p>A aplicação também difere entre os dois dispositivos:</p>



<ul>
<li>No roller, trabalha-se com aproximadamente 6 N de pressão e uma média de 15 passadas;</li>



<li>Na caneta, não há necessidade de aplicar pressão, e geralmente utiliza-se uma média de 10 passadas.</li>
</ul>



<p>Quanto aos cartuchos da caneta, existem diferentes configurações e não há estudos comparativos conclusivos entre eles. A maior parte das pesquisas utiliza cartuchos de 36 agulhas, mas há, também, opções com 12 agulhas. Alguns autores relatam que cartuchos de 12 agulhas tendem a ser mais confortáveis, enquanto os de 36 produzem um trauma mais intenso e, consequentemente, podem resultar em um tempo maior para alcançar a regeneração tecidual.</p>



<p>De modo geral, ambos oferecem resultados eficazes, desde que sejam utilizados de maneira adequada. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="409" height="532" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-09-154509.png" alt="" class="wp-image-14761"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Imagem retirada do livro &#8220;<a href="https://institutojoaotassinary.com.br/livro-harmonizacao">Raciocínio Clínico Aplicado à Harmonização: Facial e Corporal</a>&#8220;</em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quantas sessões são necessárias para entregar resultados?</strong></h2>



<p>Os resultados do microagulhamento dependem de algumas variáveis. Entre as mais relevantes estão, por exemplo, a correta execução da técnica, o uso de agulhas com tamanho ideal, o controle da pressão aplicada e a escolha apropriada das substâncias utilizadas. Trata-se de um procedimento técnico-dependente; assim, a precisão do profissional determina grande parte da eficácia.</p>



<p>Ainda, é essencial que o paciente possua condições fisiológicas para responder ao estímulo, tendo em vista que é o trauma gerado que desencadeia o processo de regeneração tecidual. Pacientes com anemia, deficiência de vitamina B12, deficiência de ferro ou baixa disponibilidade de vitamina C, por exemplo, tendem a apresentar resposta reduzida. Aspectos como estado hormonal e faixa etária também interferem significativamente: quanto maior a idade, menor tende a ser a capacidade de reparação tecidual.</p>



<p>Quando bem executado, o tratamento costuma apresentar bons resultados após 3 a 4 sessões.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são as contraindicações e os efeitos adversos do microagulhamento?</strong></h2>



<p>As contraindicações gerais para o uso do microagulhamento incluem:</p>



<ul>
<li>Infecções cutâneas ativas;</li>



<li>Pacientes gestantes e lactantes;</li>



<li>Acne inflamatória;</li>



<li>Herpes labial em fase ativa;</li>



<li>Dermatoses crônicas moderadas a graves, como eczema e psoríase;</li>



<li>Pacientes com distúrbios de coagulação ou cicatrização, incluindo tendência à formação de queloides;</li>



<li>Pacientes em uso de anticoagulantes ou imunossuprimidos.</li>
</ul>



<p>Em relação aos efeitos adversos, destacam-se o eritema e a irritação cutânea, que costumam desaparecer poucas horas após a sessão. Contudo, há relatos clínicos e registros na literatura que descrevem eventos como hiperpigmentação pós-inflamatória, reativação de acne ou herpes, hipersensibilidade sistêmica, reações alérgicas granulomatosas, dermatite de contato, infecções locais e o chamado<em> tram track effect</em>. Esse, por sua vez, caracteriza-se pela formação de cicatrizes papulares distribuídas de forma linear, nos sentidos horizontal e vertical, assemelhando-se a um trilho ferroviário.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os ativos indicados no tratamento?</strong></h2>



<p>O uso dos ativos depende dos efeitos esperados em cada procedimento estético.&nbsp;</p>



<p>Pode-se utilizar ativos como minoxidil ou chá verde na alopecia. Por outro lado, para o tratamento de manchas, especialmente melasma, trabalha-se com agulhas de 0,5 mm associadas a ativos como ácido tranexâmico, arbutin ou ácido kójico.</p>



<p>No rejuvenescimento cutâneo, a vitamina C é um dos ativos de maior eficácia e segurança, sendo, portanto, a minha principal recomendação. Para cicatrizes hipotróficas de acne, a combinação com fatores de crescimento, como FGF, EGF e TGF-β, é indicada. Já no tratamento de estrias, a associação com vitamina E é eficaz, contribuindo para a melhora da integridade e elasticidade da pele.</p>
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