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	<title>preenchimento Archives - João Tassinary</title>
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	<description>Transformando a Estética através da Ciência</description>
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	<title>preenchimento Archives - João Tassinary</title>
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		<title>Insights clínicos sobre preenchimento de olheiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 18:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[harmonização facial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As olheiras estão entre as queixas mais frequentes nas clínicas de Estética, podendo impactar significativamente a autoestima e a percepção da própria imagem dos pacientes. No manejo dessa condição, o preenchimento com ácido hialurônico tem demonstrado resultados eficazes, especialmente em casos relacionados à depressão do sulco lacrimal ou perda de volume na região infraorbital. Entretanto, [&#8230;]</p>
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<p>As olheiras estão entre as queixas mais frequentes nas clínicas de Estética, podendo impactar significativamente a autoestima e a percepção da própria imagem dos pacientes.</p>



<p>No manejo dessa condição, o preenchimento com ácido hialurônico tem demonstrado resultados eficazes, especialmente em casos relacionados à depressão do sulco lacrimal ou perda de volume na região infraorbital. Entretanto, para que os resultados sejam satisfatórios e seguros, é fundamental que o profissional avalie corretamente a causa das olheiras e escolha a técnica adequada, respeitando a anatomia da região e os princípios de segurança do procedimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Anatomia da região infraorbital</strong></h2>



<p>A região infraorbital é considerada uma das áreas mais desafiadoras da harmonização facial devido à sua complexidade anatômica, intensa vascularização e à delicada interação entre pele, gordura, músculos, ligamentos e estrutura óssea. Por isso, antes de qualquer protocolo com ácido hialurônico, é fundamental compreender essa região como um sistema tridimensional integrado.</p>



<p>A pele dessa região é extremamente fina e translúcida, o que torna qualquer irregularidade ou excesso de produto facilmente perceptível, exigindo, assim, grande precisão na abordagem. Nos planos superficiais, a gordura é mais frouxa e móvel, o que dificulta o uso de preenchedores. Já os compartimentos profundos oferecem melhor suporte estrutural, tornando-se alvos mais estratégicos para correções, especialmente nas olheiras estruturais. A musculatura orbicular ativa, os ligamentos de retenção e a reabsorção óssea relacionada ao envelhecimento também influenciam diretamente a formação do sulco nasojugal e devem, portanto, ser considerados no planejamento.</p>



<p>Além disso, a região apresenta rede vascular e neural complexa, exigindo técnicas seguras, injeções lentas e volumes controlados. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1080" height="689" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1.png" alt="" class="wp-image-14792"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tipos de olheiras</strong></h2>



<p>A <strong>olheira estrutural</strong> está relacionada, sobretudo, à reabsorção óssea do rebordo infraorbital, o que amplia o diâmetro da órbita, associada à atrofia da gordura profunda e à presença de um sulco nasojugal mais evidente. Assim, a alteração não é pontual, mas envolve uma desorganização estrutural mais ampla da região periocular. Por isso, a conduta geralmente envolve preenchimento estrutural profundo, realizado em plano supraperiostal ou submuscular profundo, utilizando produtos capazes de oferecer sustentação de forma controlada.&nbsp;</p>



<p>A <strong>olheira vascular</strong>, por outro lado, apresenta fisiopatologia distinta. Ela está associada à congestão venosa, à presença de pele fina e translúcida e, em determinadas situações, à hiperpigmentação decorrente do extravasamento sanguíneo. Frequentemente há influência genética, e o quadro pode, então, se intensificar com o envelhecimento. Nesses casos, o uso de preenchedores não deve ser considerado como primeira abordagem isolada. O foco inicial deve estar na melhora da qualidade cutânea, com estímulo de colágeno, modulação da microcirculação local e otimização da hidratação. Tecnologias associadas e terapias regenerativas, como bioestimuladores, microagulhamento, intradermoterapia, PDRN, exossomos ou fios, podem ser indicadas antes de qualquer tentativa de volumização profunda.</p>



<p>Já a <strong>olheira pigmentar</strong> resulta do aumento do depósito de melanina, influenciado por fatores genéticos, processos inflamatórios e exposição solar. A inflamação pode intensificar a melanogênese e acentuar, assim, a discromia. Nessa situação, o preenchimento não atua sobre a causa do problema. O manejo deve priorizar abordagens dermatológicas voltadas à despigmentação, como peelings químicos, lasers ou outras tecnologias específicas, por exemplo. </p>



<p>Na prática clínica, a apresentação mais frequente é a <strong>olheira mista</strong>, na qual coexistem componentes estruturais, vasculares e pigmentares. </p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/bioestimuladores-na-harmonizacao-facial/">Bioestimuladores na harmonização facial</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ácido hialurônico no preenchimento</strong></h2>



<p>Embora o ácido hialurônico apresente alta biocompatibilidade e possa ser revertido com hialuronidase, a segurança do procedimento depende diretamente do conhecimento anatômico, da escolha adequada do produto e da técnica empregada. O planejamento deve sempre incluir análise estática e dinâmica da região, avaliando profundidade do sulco, qualidade da pele, presença de edema, bolsas herniadas, grau de reabsorção óssea e padrão vascular.</p>



<p>Os planos mais seguros de aplicação são o supraperiostal e o submuscular profundo, devendo-se evitar planos superficiais, como o subdérmico ou intramuscular no orbicular. A técnica com cânula (22G ou 25G) emprega a retroinjeção de microdepósitos profundos em volumes reduzidos, geralmente de 0,05 ml por ponto. Nessa região, o controle volumétrico é fundamental, pois subcorrigir e reavaliar é sempre mais seguro do que exceder o volume inicial.</p>



<p>A prevenção de complicações exige injeções lentas, volumes controlados e atenção constante às zonas de risco.</p>
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		<title>3 dicas de rejuvenescimento facial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 20:18:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos da Estética]]></category>
		<category><![CDATA[peeling químico]]></category>
		<category><![CDATA[preenchimento]]></category>
		<category><![CDATA[rejuvenescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aumento da expectativa de vida, aliado à busca por bem-estar e autoestima, tem aumentado de forma significativa a procura por procedimentos seguros de rejuvenescimento. Para garantir uma entrega de resultados clínicos de alta eficácia, trazendo harmonia à face, eu separei 3 dicas fundamentais para profissionais que buscam excelência clínica. Foque nos 4 Rs do [&#8230;]</p>
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<p>O aumento da expectativa de vida, aliado à busca por bem-estar e autoestima, tem aumentado de forma significativa a procura por procedimentos seguros de rejuvenescimento.</p>



<p>Para garantir uma entrega de resultados clínicos de alta eficácia, trazendo harmonia à face, eu separei 3 dicas fundamentais para profissionais que buscam excelência clínica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Foque nos 4 Rs do rejuvenescimento</strong></h2>



<p>O envelhecimento desencadeia uma série de alterações estruturais e fisiológicas, que se manifestam de forma mais evidente na pele. Como consequência, observam-se perda de firmeza, formação de rugas e surgimento de hipercromias senis, trazendo mudanças progressivas na matriz dérmica, na produção de colágeno e na renovação celular.</p>



<p>Quando falamos em envelhecimento e em promover harmonia, naturalidade e equilíbrio facial nos tratamentos estéticos, é indispensável que a prática se fundamente nos 4Rs do envelhecimento. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Relaxar o músculo</strong></h3>



<p>O primeiro “R” do rejuvenescimento refere-se ao relaxamento muscular. Afinal, a depender da intensidade e da frequência da contração muscular, uma ruga que era inicialmente dinâmica pode evoluir para uma ruga estática e mais profunda ao longo do tempo. Nesse contexto, o adequado manejo com o uso da toxina botulínica torna-se estratégico para um resultado rejuvenescedor harmônico.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Recuperar o volume</strong></h3>



<p>Com o envelhecimento, ocorre perda de volume cutâneo. Sendo assim, protocolos de rejuvenescimento devem focar, também, na recuperação desse volume perdido.&nbsp;</p>



<p>Em suma, em pacientes que já se encontram em uma faixa etária em que há reabsorção óssea ou redistribuição e perda dos compartimentos de gordura, que são estruturas fundamentais para sustentação e contorno facial, a recuperação de volume torna-se indispensável. A partir dela, é possível restaurar projeção, suporte e proporção facial, promovendo harmonia e naturalidade.</p>



<p>Nesse contexto, deve-se ter cautela com a utilização de radiofrequência monopolar ou em frequências mais baixas. Dependendo dos parâmetros empregados, o recurso pode alcançar planos mais profundos e impactar o tecido adiposo, favorecendo a redução de gordura facial. Para recuperação de volume, a sugestão é apostar no preenchimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="994" height="519" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-20-170803.png" alt="" class="wp-image-14782"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Renovar a pele</strong></h3>



<p>A renovação da pele é um processo fundamental na promoção do rejuvenescimento. Para isso, indico apostar em peelings químicos, elencando os ácidos de forma equilibrada, e investir em laser e microdermoabrasão.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Reposicionar o tegumento</strong></h3>



<p>Recursos como radiofrequência, ultrassom focalizado e jato de plasma podem retrair o tecido e estimular o colágeno, favorecendo o reposicionamento do sistema tegumentar. Esse efeito é indicado para melhora da firmeza cutânea e atenuação dos sinais clínicos do envelhecimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aposte nos peelings químicos para rejuvenescimento</strong></h2>



<p>Os peelings químicos são responsáveis por renovar o tecido envelhecido, sendo, portanto, altamente indicados em protocolos clínicos eficazes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido glicólico</strong></h3>



<p>No contexto do rejuvenescimento, o ácido glicólico destaca-se por sua eficácia em promover renovação celular, intensificar a hidratação cutânea e estimular a vasodilatação na junção dermoepidérmica, favorecendo a ativação da atividade fibroblástica.</p>



<p>Para que haja estímulo dos fibroblastos e aumento da produção de fibras dérmicas e demais componentes da matriz extracelular, é essencial que o ativo ultrapasse a junção dermoepidérmica e induza uma resposta inflamatória controlada na derme papilar. Para isso, sugere-se concentrações mais elevadas e pH mais baixo.</p>



<p>Na epiderme, quando empregado como peeling químico superficial, o ácido glicólico acelera a renovação celular, melhora a organização do estrato córneo e aumenta a hidratação. Com isso, tem-se suavização de linhas de expressão, refinamento da textura cutânea e redução de hiperpigmentações superficiais.</p>



<p>Já na derme, por outro lado, em protocolos de maior profundidade, desencadeia uma resposta inflamatória local controlada, promovendo vasodilatação, melhora da oxigenação e maior aporte nutricional ao tecido. Assim, estimula a mitose dos fibrócitos, que retomam a síntese de colágeno, elastina e glicosaminoglicanos, contribuindo para a correção de rugas finas e profundas e para a melhora da qualidade da pele.</p>



<p><strong>Em cabine: </strong>20% a 70%<br><strong>Home care: </strong>1% a 10% em sabonetes líquidos e formulações dermocosméticas<br><strong>pH</strong> de 0,6 a 1,7 para efeitos mais abrasivos; de 3,5 a 3,8 para abrasão intermediária; e 4,5 para abrasão leve</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/rosacea-3-sugestoes-de-tratamento/">Rosácea: 3 sugestões de tratamento</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido retinoico</strong></h3>



<p>O ácido retinoico destaca-se no rejuvenescimento cutâneo por sua capacidade de aumentar a espessura epidérmica, modular a atividade das metaloproteinases (MMPs), que são enzimas envolvidas na degradação do colágeno, e estimular a síntese de colágeno.</p>



<p>Evidências científicas demonstram que sua eficácia está diretamente relacionada à indução da produção de colágeno dérmico, o que contribui para a suavização de linhas de expressão e rugas finas, além de melhorar a textura e a firmeza da pele.</p>



<p>Além disso, observa-se aumento da expressão gênica de elastina e fibrilina-1, proteínas essenciais para a formação e organização das fibras elásticas. Assim, favorece a restauração da elasticidade cutânea.</p>



<p><strong>Em cabine:</strong> 5% e 8% para peeling químico superficial, e 10% para peeling médio<br><strong>Home care:</strong> 0,025% a 0,1%</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido tricloroacético</strong></h3>



<p>Os mecanismos de ação do ácido tricloroacético abrangem desde a esfoliação química controlada da epiderme até efeitos mais profundos relacionados à remodelação dérmica. Dependendo da concentração e da técnica empregada, pode atuar na derme papilar e, em alguns protocolos, alcançar camadas ainda mais profundas, contribuindo para a correção da flacidez e de rugas finas e profundas.</p>



<p>A profundidade de penetração e seus efeitos terapêuticos estão relacionados à concentração da solução, ao pH e ao tempo de exposição cutânea. Quando atinge a derme papilar superficial, promove vasodilatação e aumento do fluxo sanguíneo local, desencadeando, então, um processo inflamatório controlado. Essa resposta biológica estimula a neocolagênese e a neoelastogênese, levando à reorganização da matriz extracelular.</p>



<p>Como resultado, observa-se melhora significativa da textura, da elasticidade e da aparência das rugas.</p>



<p><strong>Em cabine:</strong> 20% a 35%</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Invista no preenchimento malar para rejuvenescimento</strong></h2>



<p>Para entregar resultados harmônicos em protocolos de rejuvenescimento, é indispensável que o profissional aposte no preenchimento malar.&nbsp;</p>



<p>Reestruturando a região malar, é possível, então, reverter a quadralização da face característica do envelhecimento, que é marcada pela perda do formato de triângulo invertido, típico da juventude, e pelo predomínio de volume no terço inferior, trazendo um aspecto mais pesado e quadrado à face.</p>



<p>No dia 26 de fevereiro, eu vou ministrar um<strong> curso ao vivo, gratuito e online sobre preenchimento malar</strong>. Será uma manhã inteira com revisão de anatomia da face, técnicas de preenchimento malar, critérios para escolha de preenchedores, prática clínica, e muito mais! <strong><a href="https://lp.institutojoaotassinary.com.br/preenchimento-malar-fev26-a?utm_source=organic_blog&amp;utm_medium=blog&amp;utm_campaign=malar2601&amp;utm_term=20260220">Clique aqui para ter acesso a mais informações</a></strong>.</p>
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