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	<title>estética facial Archives - João Tassinary</title>
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	<description>Transformando a Estética através da Ciência</description>
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	<title>estética facial Archives - João Tassinary</title>
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		<title>5 ácidos de alta eficácia na estética facial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 17:56:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos da Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Acne]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
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		<category><![CDATA[rejuvenescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os peelings químicos se destacam como importantes aliados na estética facial. Assim, os ácidos atuam de forma eficaz no controle da acne e do melasma, além de contribuírem para o rejuvenescimento da pele. Considerando os níveis de evidências científicas e segurança que oferecem, eu trago, no texto de hoje, 5 ácidos amplamente utilizados na prática [&#8230;]</p>
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<p>Os peelings químicos se destacam como importantes aliados na estética facial. Assim, os ácidos atuam de forma eficaz no controle da acne e do melasma, além de contribuírem para o rejuvenescimento da pele.</p>



<p>Considerando os níveis de evidências científicas e segurança que oferecem, eu trago, no texto de hoje, 5 ácidos amplamente utilizados na prática clínica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Kójico</strong></h2>



<p>No manejo de <strong>melasma</strong>, a ação clareadora ocorre por meio da inibição da enzima tirosinase, interrompendo a melanogênese. Além disso, o ativo apresenta ação quelante sobre íons de cobre e ferro, favorecendo sua captação, transporte e eliminação pelo organismo, o que contribui para a redução de pigmentos cutâneos, como a hemossiderina. </p>



<p>O efeito despigmentante, ademais, está relacionado à dispersão e eliminação dos grânulos de melanina já depositados. A literatura científica ainda descreve os ácidos kójicos como agentes antioxidantes, capazes de reverter as reações de oxidação que convertem a tirosina em dopaquinona.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em><strong>Concentração</strong></em></h3>



<p>1% a 5% em home care, e até 20% em protocolos de cabine.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tricloroacético</strong></h2>



<p>Os mecanismos de ação do ácido tricloroacético envolvem desde uma esfoliação química controlada da epiderme até efeitos mais profundos associados à remodelação dérmica, por exemplo. De acordo com a concentração e a técnica utilizada, sua ação pode atingir a derme papilar e, em determinados protocolos, alcançar camadas mais profundas, contribuindo para a melhora da flacidez e de rugas, tanto finas quanto profundas.</p>



<p>A profundidade de penetração e os efeitos terapêuticos dos ácidos dependem diretamente da concentração da solução, do pH e do tempo de contato com a pele. O ATA promove precipitação de proteínas e necrose coagulativa da epiderme, levando à renovação da pele e melhora de manchas, textura e cicatrizes. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><em><strong>Concentração</strong></em></h3>



<p>10% a 50% para efeito peeling. Na concentração de 20%, produz um peeling de médio alcance e com menor risco de complicações. Importante: A profundidade do efeito depende não só da concentração, mas também do volume aplicado em cada camada. É preciso ter atenção caso a aplicação sobre camada seja realizada. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Glicólico</strong></h2>



<p>Os efeitos do ácido glicólico são dependentes de fatores como concentração, pH, veículo de aplicação e características da pele do paciente.&nbsp;</p>



<p>No <strong>rejuvenescimento</strong>, sua eficácia está diretamente relacionada à capacidade de promover renovação celular, hidratação e vasodilatação dermoepidérmica, com consequente estímulo da atividade fibroblástica. Para que haja estímulo efetivo dos fibroblastos e produção de fibras dérmicas e componentes da matriz extracelular, é necessário que o ativo ultrapasse a lâmina basal, atingindo a derme papilar e desencadeando uma resposta inflamatória local controlada. Essa permeação está associada à força de ação do ácido, que aumenta com maiores concentrações e menor pH.</p>



<p>Na epiderme, atuando como peeling superficial, o ácido glicólico acelera a renovação celular e melhora a hidratação, contribuindo para a suavização de linhas de expressão, melhora da textura cutânea e redução de hiperpigmentações superficiais. Na derme, entretanto, quando utilizado como peeling de média profundidade, promove vasodilatação, melhora da oxigenação e nutrição tecidual, além de estimular a atividade dos fibrócitos, favorecendo a produção de colágeno, elastina e glicosaminoglicanos, como o ácido hialurônico. Esses efeitos contribuem para a correção de rugas, desde as mais finas até as mais profundas, além de alterações cicatriciais hipotróficas.</p>



<p>Por outro lado, na <strong>acne</strong>, o seu valor terapêutico está relacionado à capacidade de promover uma leve epidermólise, facilitando o desalojamento de comedões e a consequente redução de pústulas que acometem o epitélio folicular. Além disso, contribui para o controle da hiperqueratinização do ducto pilossebáceo</p>



<p>No tratamento do <strong>melasma</strong>, atua por meio do remodelamento epidérmico, promovendo descamação acelerada, além de exercer efeito inibitório sobre a síntese de melanina, favorecendo, portanto, a dispersão do pigmento. Trata-se de um ativo altamente hidrofílico, com propriedades queratolíticas e antioxidantes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><em>Concentrações</em>:</strong></h3>



<p><strong>Manejo de acne: </strong>10% a 30% para peeling superficial.<br><strong>Manejo de melasma: </strong>30% a 50% para peeling superficial. Em 70% e em pH abaixo de 1,0, pode tornar-se um peeling de profundidade média.<br><strong>Rejuvenescimento: </strong>Na prática clínica, é utilizado em concentrações que variam de 20% a 70%. Como home care, sua utilização é em forma de sabonetes líquidos ou formulações dermocosméticas, em concentrações de 1% a 10%.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1080" height="793" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1.png" alt="" class="wp-image-14810"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Salicílico</strong></h2>



<p>Por apresentar propriedades queratolíticas e sebostáticas, o ácido salicílico reduz a coesão entre os corneócitos e promove a desobstrução dos folículos pilossebáceos, estimulando o turnover celular, ou seja, a renovação epidérmica. Sua ação antisséptica contribui para o equilíbrio das manifestações seborreicas, sendo especialmente indicado para peles oleosas e acneicas.</p>



<p>Além disso, devido ao seu caráter lipofílico e às suas propriedades queratolíticas, bactericidas e anti-inflamatórias, o ácido salicílico atua na redução da produção sebácea, no controle da hiperqueratinização dos ductos foliculares, na diminuição da proliferação bacteriana e na modulação do processo inflamatório característico da <strong>acne</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em><strong>Concentração</strong></em></h3>



<p>Na clínica, é utilizado em concentrações que variam de 14% a 30%. Em home care, em concentrações de 1% a 8%.</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/olheiras-dicas-clinicas-para-tratamento/">Olheiras: dicas clínicas para tratamento</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Retinoico</strong></h2>



<p>Apresenta ação comedolítica comprovada, pois favorece a eliminação dos comedões ao acelerar a proliferação celular na camada basal. Essas propriedades reforçam a eficácia dos ácidos retinoicos, especialmente no tratamento da <strong>acne comedogênica</strong>. Além disso, o ativo contribui para a redução da excreção sebácea em pacientes acneicos, modulando a produção de lipídios na superfície cutânea.</p>



<p>No <strong>melasma</strong>, o ácido é capaz de promover a destruição controlada das camadas superficiais da pele envelhecida ou danificada, favorecendo a renovação tecidual e resultando em uma pele com aspecto mais jovem e saudável. Destaca-se especialmente nas alterações de pigmentação, uma vez que reduz a quantidade de melanina depositada, contribuindo para a melhora de hiperpigmentações salpicadas e para a uniformização do tom cutâneo, exercendo, assim, ação despigmentante.</p>



<p>Para promoção do <strong>rejuvenescimento</strong>, o ácido apresenta a capacidade de aumentar a espessura epidérmica, reduzir a expressão de metaloproteinases e estimular a síntese de colágeno. Evidências clínicas recentes reforçam o potencial do ácido retinoico em promover maior produção de colágeno, contribuindo, assim, para a suavização de linhas de expressão e rugas finas.</p>



<p>Além disso, estudos <em>in vitro</em> demonstram que concentrações adequadas de retinol em fibroblastos dérmicos humanos favorecem o aumento da expressão gênica de elastina e fibrilina-1, estimulando a formação de fibras elásticas e melhorando a qualidade da matriz extracelular.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em><strong>Concentração</strong></em></h3>



<p>Em home care, de 0,025% a 0,1%. Em cabine, de 5% a 10%.</p>
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		<title>Olheiras: dicas clínicas para tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 16:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[olheiras]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos estéticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As olheiras estão entre as queixas mais comuns na prática estética, mas também estão entre as mais desafiadoras quando falamos em tratamento. Isso acontece porque não existe um único tipo de olheira; consequentemente, não existe um único procedimento eficaz para todos os casos. Entender essa individualidade é o primeiro passo para alcançar bons resultados. Identifique [&#8230;]</p>
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<p>As olheiras estão entre as queixas mais comuns na prática estética, mas também estão entre as mais desafiadoras quando falamos em tratamento. Isso acontece porque não existe um único tipo de olheira; consequentemente, não existe um único procedimento eficaz para todos os casos. Entender essa individualidade é o primeiro passo para alcançar bons resultados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Identifique o tipo de olheira</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading">Depressão do sulco lacrimal</h3>



<p>A fisiopatologia dessa hiperpigmentação está relacionada a alterações no relevo da região periorbital. Nessa área, a presença do sulco lacrimal (uma depressão localizada medialmente à borda orbital inferior) favorece a formação de sombras, que se tornam mais evidentes conforme a incidência de luz no ambiente.</p>



<p>De forma geral, essa depressão pode estar associada tanto às características anatômicas individuais quanto à perda de volume de gordura subcutânea ao longo do envelhecimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/depressao-lacrimal.png" alt="" class="wp-image-14797"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Edema periorbital</h3>



<p>O edema periorbital manifesta-se por um aspecto edemaciado e amolecido da pálpebra, decorrente do acúmulo de líquido na região. Clinicamente, pode apresentar coloração arroxeada e tende a ser mais evidente no período da manhã ou após a ingestão de alimentos ricos em sódio.</p>



<p>Na prática estética, não há uma abordagem terapêutica específica e definitiva capaz de tratar esse tipo de olheira.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/edema.png" alt="" class="wp-image-14798"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Olheiras por envelhecimento da pele</h3>



<p>O envelhecimento fisiológico também impacta diretamente a região periorbital, promovendo redução do tecido gorduroso subcutâneo e afinamento cutâneo. Como consequência, há maior evidência do sulco lacrimal, com intensificação do sombreamento conforme a incidência de luz no ambiente.</p>



<p>A região periorbital apresenta maior suscetibilidade a alterações pigmentares, o que eleva o risco de desenvolvimento de hiperpigmentação pós-inflamatória.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/envelhecimento.png" alt="" class="wp-image-14800"/></figure>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/insights-clinicos-sobre-preenchimento-de-olheiras/">Insights clínicos sobre preenchimento de olheiras</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Alteração vascular</h3>



<p>Outro tipo de olheira observado na prática clínica está relacionado à alteração vascular. Nesses casos, o escurecimento decorre da maior visibilidade do plexo vascular presente nos músculos subjacentes, especialmente em indivíduos com pouca ou nenhuma camada de gordura subcutânea na região. </p>



<p>Fatores nutricionais também podem influenciar esse quadro. Evidências sugerem que a deficiência de vitamina K pode estar associada à hiperpigmentação periorbital de origem vascular, considerando seu papel essencial nos processos de coagulação sanguínea.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/vascular.png" alt="" class="wp-image-14801"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Olheiras por aumento da deposição de melanina</h3>



<p>Esse tipo de olheira pode se apresentar de duas formas principais: hiperpigmentação pós-inflamatória ou aumento do depósito de melanina.</p>



<p>A hiperpigmentação pós-inflamatória está, em geral, associada à fricção frequente ou ao hábito de coçar os olhos, apresentando características clínicas semelhantes às demais discromias decorrentes de processos inflamatórios. Já a olheira por aumento de melanina pode estar relacionada à exposição solar excessiva, que estimula a melanogênese, contribui para o afinamento do tegumento e favorece a maior visibilidade vascular. De modo geral, essa condição é mais prevalente em indivíduos com fototipos mais elevados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/melanina-1.png" alt="" class="wp-image-14802"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Trate as olheiras de acordo com a sua fisiopatologia</strong></h2>



<p>A <strong>olheira por depressão do sulco lacrimal </strong>está principalmente associada à reabsorção óssea do rebordo infraorbital, o que leva ao aumento da cavidade orbitária. Esse processo costuma vir acompanhado da atrofia da gordura profunda e da maior evidência do sulco nasojugal, caracterizando uma alteração que não é localizada, mas sim resultado de uma desorganização estrutural mais ampla da região periocular.&nbsp;</p>



<p>Nesses casos, a conduta geralmente envolve a intradermoterapia e o preenchimento estrutural profundo, realizado em plano supraperiostal ou submuscular, com produtos que proporcionem sustentação de forma controlada.</p>



<p>Por outro lado, a<strong> olheira vascular </strong>apresenta uma fisiopatologia distinta. Está relacionada à congestão venosa, à presença de uma pele mais fina e translúcida e, em alguns casos, à hiperpigmentação decorrente do extravasamento sanguíneo. No tratamento, indica-se modulação da microcirculação com uso de cafeína.&nbsp;</p>



<p>Já a <strong>olheira pigmentar</strong> decorre do aumento do depósito de melanina, influenciado por fatores genéticos, processos inflamatórios e exposição solar. A inflamação pode intensificar a produção de melanina e agravar a discromia. Então, o manejo deve priorizar abordagens dermatológicas com foco em despigmentação, como peelings químicos, lasers ou outras tecnologias específicas.</p>
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		<title>Insights clínicos sobre preenchimento de olheiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 18:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[harmonização facial]]></category>
		<category><![CDATA[olheiras]]></category>
		<category><![CDATA[preenchimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As olheiras estão entre as queixas mais frequentes nas clínicas de Estética, podendo impactar significativamente a autoestima e a percepção da própria imagem dos pacientes. No manejo dessa condição, o preenchimento com ácido hialurônico tem demonstrado resultados eficazes, especialmente em casos relacionados à depressão do sulco lacrimal ou perda de volume na região infraorbital. Entretanto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As olheiras estão entre as queixas mais frequentes nas clínicas de Estética, podendo impactar significativamente a autoestima e a percepção da própria imagem dos pacientes.</p>



<p>No manejo dessa condição, o preenchimento com ácido hialurônico tem demonstrado resultados eficazes, especialmente em casos relacionados à depressão do sulco lacrimal ou perda de volume na região infraorbital. Entretanto, para que os resultados sejam satisfatórios e seguros, é fundamental que o profissional avalie corretamente a causa das olheiras e escolha a técnica adequada, respeitando a anatomia da região e os princípios de segurança do procedimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Anatomia da região infraorbital</strong></h2>



<p>A região infraorbital é considerada uma das áreas mais desafiadoras da harmonização facial devido à sua complexidade anatômica, intensa vascularização e à delicada interação entre pele, gordura, músculos, ligamentos e estrutura óssea. Por isso, antes de qualquer protocolo com ácido hialurônico, é fundamental compreender essa região como um sistema tridimensional integrado.</p>



<p>A pele dessa região é extremamente fina e translúcida, o que torna qualquer irregularidade ou excesso de produto facilmente perceptível, exigindo, assim, grande precisão na abordagem. Nos planos superficiais, a gordura é mais frouxa e móvel, o que dificulta o uso de preenchedores. Já os compartimentos profundos oferecem melhor suporte estrutural, tornando-se alvos mais estratégicos para correções, especialmente nas olheiras estruturais. A musculatura orbicular ativa, os ligamentos de retenção e a reabsorção óssea relacionada ao envelhecimento também influenciam diretamente a formação do sulco nasojugal e devem, portanto, ser considerados no planejamento.</p>



<p>Além disso, a região apresenta rede vascular e neural complexa, exigindo técnicas seguras, injeções lentas e volumes controlados. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="689" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1.png" alt="" class="wp-image-14792"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tipos de olheiras</strong></h2>



<p>A <strong>olheira estrutural</strong> está relacionada, sobretudo, à reabsorção óssea do rebordo infraorbital, o que amplia o diâmetro da órbita, associada à atrofia da gordura profunda e à presença de um sulco nasojugal mais evidente. Assim, a alteração não é pontual, mas envolve uma desorganização estrutural mais ampla da região periocular. Por isso, a conduta geralmente envolve preenchimento estrutural profundo, realizado em plano supraperiostal ou submuscular profundo, utilizando produtos capazes de oferecer sustentação de forma controlada.&nbsp;</p>



<p>A <strong>olheira vascular</strong>, por outro lado, apresenta fisiopatologia distinta. Ela está associada à congestão venosa, à presença de pele fina e translúcida e, em determinadas situações, à hiperpigmentação decorrente do extravasamento sanguíneo. Frequentemente há influência genética, e o quadro pode, então, se intensificar com o envelhecimento. Nesses casos, o uso de preenchedores não deve ser considerado como primeira abordagem isolada. O foco inicial deve estar na melhora da qualidade cutânea, com estímulo de colágeno, modulação da microcirculação local e otimização da hidratação. Tecnologias associadas e terapias regenerativas, como bioestimuladores, microagulhamento, intradermoterapia, PDRN, exossomos ou fios, podem ser indicadas antes de qualquer tentativa de volumização profunda.</p>



<p>Já a <strong>olheira pigmentar</strong> resulta do aumento do depósito de melanina, influenciado por fatores genéticos, processos inflamatórios e exposição solar. A inflamação pode intensificar a melanogênese e acentuar, assim, a discromia. Nessa situação, o preenchimento não atua sobre a causa do problema. O manejo deve priorizar abordagens dermatológicas voltadas à despigmentação, como peelings químicos, lasers ou outras tecnologias específicas, por exemplo. </p>



<p>Na prática clínica, a apresentação mais frequente é a <strong>olheira mista</strong>, na qual coexistem componentes estruturais, vasculares e pigmentares. </p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/bioestimuladores-na-harmonizacao-facial/">Bioestimuladores na harmonização facial</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ácido hialurônico no preenchimento</strong></h2>



<p>Embora o ácido hialurônico apresente alta biocompatibilidade e possa ser revertido com hialuronidase, a segurança do procedimento depende diretamente do conhecimento anatômico, da escolha adequada do produto e da técnica empregada. O planejamento deve sempre incluir análise estática e dinâmica da região, avaliando profundidade do sulco, qualidade da pele, presença de edema, bolsas herniadas, grau de reabsorção óssea e padrão vascular.</p>



<p>Os planos mais seguros de aplicação são o supraperiostal e o submuscular profundo, devendo-se evitar planos superficiais, como o subdérmico ou intramuscular no orbicular. A técnica com cânula (22G ou 25G) emprega a retroinjeção de microdepósitos profundos em volumes reduzidos, geralmente de 0,05 ml por ponto. Nessa região, o controle volumétrico é fundamental, pois subcorrigir e reavaliar é sempre mais seguro do que exceder o volume inicial.</p>



<p>A prevenção de complicações exige injeções lentas, volumes controlados e atenção constante às zonas de risco.</p>
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		<title>Bioestimuladores na harmonização facial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 21:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[bioestimuladores]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[harmonização facial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os bioestimuladores de colágeno têm ocupado uma posição de destaque nos protocolos de rejuvenescimento e nas estratégias mais modernas de harmonização facial. O recurso, em suma, não deve ser classificado como preenchedor facial, mas sim como um agente indutor de neocolagênese, promovendo a reorganização e a remodelação da matriz extracelular. No texto de hoje, eu [&#8230;]</p>
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<p>Os bioestimuladores de colágeno têm ocupado uma posição de destaque nos protocolos de rejuvenescimento e nas estratégias mais modernas de harmonização facial. O recurso, em suma, não deve ser classificado como preenchedor facial, mas sim como um agente indutor de neocolagênese, promovendo a reorganização e a remodelação da matriz extracelular.</p>



<p>No texto de hoje, eu trago insights importantes para quem trabalha com procedimentos minimamente invasivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como os bioestimuladores atuam?</strong></h2>



<p>A aplicação do bioestimulador provoca uma resposta inflamatória controlada, fundamental para ativar o sistema imune local. Após a injeção, ocorre o recrutamento de macrófagos, liberação de citocinas sinalizadoras e ativação dos fibroblastos por meio de segundos mensageiros, iniciando a síntese de novas fibras colágenas. Por fim, há reorganização do tecido, melhora da sustentação e fortalecimento estrutural da pele nas regiões tratadas.</p>



<p>Com o avanço do envelhecimento cronológico, observa-se redução da atividade fibroblástica, queda na produção de colágeno, início de senescência celular, aumento do estresse oxidativo e de processos inflamatórios crônicos, além da degradação progressiva da matriz extracelular. Esse conjunto de alterações leva à perda de firmeza, contorno e suporte cutâneo, favorecendo a ptose gravitacional.</p>



<p>Portanto, o bioestimulador atua estimulando a reorganização da matriz extracelular, com ênfase na produção de colágeno tipo I e III, incremento de elastina e estímulo à síntese de glicosaminoglicanos. Como efeitos, tem-se melhora da flacidez, aumento da densidade dérmica, aprimoramento da textura e da luminosidade da pele, e atenuação de irregularidades.</p>



<p>Além disso, o profissional pode associar o recurso a outras estratégias terapêuticas, como o uso de ácido hialurônico, especialmente em quadros que envolvem reabsorção óssea, afinamento dérmico e perda de compartimentos estruturais.</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/3-dicas-de-rejuvenescimento-facial/">3 dicas de rejuvenescimento facial</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que levar em consideração ao escolher o bioestimulador?</strong></h2>



<p>Antes de realizar qualquer aplicação, a avaliação clínica precisa ser minuciosa. A espessura da derme é um fator determinante na escolha do produto e na definição da diluição mais adequada. Também é essencial classificar corretamente o grau de flacidez, tendo em mente que o bioestimulador não remove excesso de pele, mas promove uma melhora estrutural gradual ao longo do tempo.</p>



<p>A qualidade do tecido subcutâneo influencia diretamente a distribuição e o comportamento do material, assim como o padrão de mobilidade facial do paciente. O fotoenvelhecimento, que é evidenciado por elastose, dilatação de poros e alterações pigmentares, deve ser analisado de forma integrada, frequentemente demandando combinação com outras estratégias terapêuticas.</p>



<p>Outro ponto fundamental é o histórico inflamatório individual. Pacientes com predisposição a respostas inflamatórias exacerbadas podem apresentar maior risco de encapsulamento das microesferas e desenvolvimento de nódulos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 bioestimuladores com eficácia comprovada</strong></h2>



<p>Para a entrega de resultados seguros, é fundamental que o profissional opte por bioestimuladores cuja eficácia é respaldada por estudos científicos. Portanto, há 3 materiais que indico com segurança.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Hidroxiapatita de cálcio</h3>



<p>A hidroxiapatita de cálcio é um biomaterial que combina estímulo biológico com suporte estrutural inicial. Sua composição é formada por microesferas suspensas em um gel carreador, responsável por um efeito volumétrico temporário nas primeiras semanas após a aplicação (especialmente quando se opta por diluições menores, mantendo o produto mais concentrado).</p>



<p>Conforme o gel é gradualmente reabsorvido, as microesferas passam a desempenhar sua função principal: induzir uma resposta inflamatória subclínica controlada, ativando fibroblastos e estimulando a neocolagênese.</p>



<p>Além do estímulo biológico progressivo, observa-se um efeito mecânico imediato, promovendo reorganização tridimensional dos tecidos. Portanto, especialistas indicam o material para áreas que demandam maior suporte estrutural, como terço médio da face, contorno mandibular, mento e região lateral facial.Quando utilizado em diluições mais altas, pode atuar na redensificação dérmica, contribuindo para melhora da qualidade cutânea e da flacidez leve a moderada, com resultados graduais e previsíveis.</p>



<p>Em suma, a aplicação desencadeia recrutamento de macrófagos, liberação de citocinas sinalizadoras e ativação fibroblástica, elevando a produção de colágeno tipos I e III e promovendo reorganização da matriz extracelular. Evidências histológicas demonstram deposição de colágeno ao redor das microesferas, formando uma rede de sustentação que persiste mesmo após a degradação progressiva do material por vias metabólicas naturais. O cálcio liberado é metabolizado de maneira segura pelo organismo, enquanto a matriz colagênica recém-formada mantém o efeito clínico.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1482" height="979" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-27-181248.png" alt="" class="wp-image-14787"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Ácido polilático</h3>



<p>O mecanismo de ação do PLLA baseia-se na indução intensa e gradual de neocolagênese. Por isso, os resultados tendem a surgir de forma mais tardia, geralmente entre 30 e 90 dias. Porém, quando se consolidam, proporcionam aumento expressivo da produção de colágeno, com melhora global da flacidez difusa e da perda estrutural.</p>



<p>O PLLA é especialmente indicado para protocolos estratégicos, tanto na face quanto no corpo. Em tratamentos faciais, pode ser aplicado em regiões como têmporas e contorno mandibular. Em áreas corporais, apresenta excelente desempenho em glúteos, abdômen e face interna das coxas. Seu efeito é prolongado e, em muitos casos, demanda menor número de sessões ao longo do tempo quando comparado a outros bioestimuladores.</p>



<p>No entanto, trata-se de um material que exige domínio técnico rigoroso, sobretudo na etapa de reconstituição. Diferentemente da hidroxiapatita, que pode ser diluída com soro fisiológico e apresenta hidratação mais rápida, o PLLA deve ser reconstituído com água estéril para injetáveis e necessita de tempo adequado para completa hidratação e homogeneização das partículas. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Policaprolactona</h3>



<p>A PCL é um bioestimulador que ocupa uma posição intermediária entre os materiais exclusivamente indutores de colágeno e aqueles que oferecem maior efeito estrutural prolongado.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Em suma, o recurso associa estímulo biológico à formação de colágeno com um suporte estrutural mais duradouro, sendo amplamente reconhecida pela longevidade dos seus resultados. É indicada quando o objetivo é manter a sustentação tecidual por um período prolongado, tanto em protocolos faciais quanto corporais, desde que cuidadosamente planejados.</p>



<p>Por permanecer mais tempo no organismo, sua utilização exige conduta criteriosa e abordagem conservadora. Uma indicação inadequada ou o uso excessivo do produto pode resultar em intercorrências em longo prazo.</p>



<p>Compreendendo as particularidades da hidroxiapatita de cálcio, do ácido polilático e da policaprolactona, torna-se, então, possível personalizar os protocolos terapêuticos e ajustar as expectativas do paciente. </p>
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		<title>Nutricosméticos para o tratamento de acne</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 17:55:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamentos da Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Acne]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[Nutricosméticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A acne é caracterizada como uma afecção crônica do folículo pilossebáceo, cuja patogênese é multifatorial e complexa, envolvendo diferentes mecanismos. Dentre os métodos de tratamento comprovados pela Ciência como eficazes no manejo da alteração estética, os nutricosméticos se destacam. Confira, no texto de hoje, indicações de produtos que entregam resultados seguros. O que são nutricosméticos? [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A acne é caracterizada como uma afecção crônica do folículo pilossebáceo, cuja patogênese é multifatorial e complexa, envolvendo diferentes mecanismos. Dentre os métodos de tratamento comprovados pela Ciência como eficazes no manejo da alteração estética, os nutricosméticos se destacam. </p>



<p>Confira, no texto de hoje, indicações de produtos que entregam resultados seguros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são nutricosméticos?</strong></h2>



<p>Primeiramente, é fundamental compreender a fisiopatologia da acne.</p>



<p>De modo geral, quatro processos principais exercem papel determinante na formação das lesões acneicas: (I) aumento da produção sebácea; (II) alterações nos processos de queratinização folicular, culminando na formação do comedão; (III) colonização do folículo pilossebáceo por <em>Cutibacterium acnes</em>; e (IV) ativação e mediação de processos inflamatórios que acometem as unidades pilossebáceas.</p>



<p>Os nutricosméticos, por sua vez, tratam-se da promoção de beleza “de dentro para fora”. Portanto, um nutricosmético é compreendido como um produto destinado à administração oral, formulado e comercializado para promover a estética e a saúde do indivíduo, podendo ser apresentado sob a forma de pílulas, alimentos, líquidos ou comprimidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Zinco no tratamento da acne</strong></h2>



<p>O zinco exerce ação benéfica no tratamento da acne por meio de diferentes mecanismos, destacando-se seus efeitos bacteriostático e antioxidante, além da capacidade de reduzir a produção sebácea e o acúmulo de células inflamatórias.</p>



<p><strong>Recomendação:</strong> 10 mg ao dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vitaminas A, E e C</strong> <strong>como nutricosméticos</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading">Vitamina A</h3>



<p>Pesquisadores associaram o zinco à vitamina A no tratamento de pacientes com pele acneica e avaliaram, ao longo das semanas, a evolução do número de comedões, pápulas, pústulas e infiltrados inflamatórios. Após quatro semanas de intervenção, observou-se redução significativa no número de pápulas, pústulas e infiltrados inflamatórios nos grupos tratados. Portanto, comprova-se o papel relevante da vitamina A e do zinco na patogênese da acne. </p>



<p><strong>Recomendação</strong>: 1.000 μg ao dia.</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/5-dicas-de-limpeza-de-pele/">5 dicas de limpeza de pele</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Vitamina E</h3>



<p>Sabe-se que pacientes com acne papulopustulosa apresentam aumento do estresse oxidativo, associado a um aporte reduzido de antioxidantes. Assim, compreende-se a importância da utilização de antioxidantes, como as vitaminas E e C, nesse perfil de paciente.&nbsp;</p>



<p><strong>Recomendação</strong>: 50 mg ao dia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Vitamina C</h3>



<p>O ácido ascórbico é uma vitamina hidrossolúvel com potente ação antioxidante, capaz de reagir diretamente com o oxigênio simples, o radical hidroxila e o radical superóxido. Além disso, atua na regeneração da vitamina E.</p>



<p>Partindo-se do pressuposto de que a inflamação e o estresse oxidativo estão diretamente relacionados à patogênese da acne, e considerando a ação anti-inflamatória e antioxidante da vitamina C, compreende-se, então, a eficácia do recurso.</p>



<p><strong>Recomendação</strong>: 200 mg ao dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Selênio no manejo da acne</strong></h2>



<p>A hipótese do mecanismo de ação do selênio na acne está relacionada à sua capacidade antioxidante, uma vez que espécies reativas de oxigênio produzidas por neutrófilos estão envolvidas na progressão do processo inflamatório acneico.&nbsp;</p>



<p><strong>Recomendação</strong>: 50 μg ao dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ácidos graxos poli-insaturados ômega 3</strong></h2>



<p>O mecanismo de ação dos ácidos graxos poli-insaturados ômega 3 está relacionado à regulação positiva da produção sebácea, de modo que sua inibição resulta em melhora clínica significativa. Ademais, levantamentos epidemiológicos indicam que populações que mantêm dietas tradicionais ricas em ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 apresentam menores taxas de acne.</p>



<p><strong>Recomendação</strong>: 2 g ao dia.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="718" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/01/2-1.png" alt="" class="wp-image-14770"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vitaminas do complexo B como nutricosméticos</strong></h2>



<p>Algumas pesquisas indicam que a administração oral de piridoxina (vitamina B5) é eficaz na melhora do quadro cutâneo de pacientes com acne vulgar persistente na fase pós-adolescência. Em suma, uma das hipóteses é que os efeitos benéficos de determinados ativos estejam relacionados às suas atividades antimicrobianas, anti-inflamatórias e sebostáticas.</p>



<p><strong>Recomendação</strong>: Piridoxina em 20 mg ao dia. Riboflavina em 10 mg ao dia.</p>



<p></p>
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		<title>5 dicas de limpeza de pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 21:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos da Estética]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[limpeza de pele]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A limpeza de pele é um dos procedimentos mais requisitados nas clínicas de Estética, sobretudo no atendimento facial. Portanto, dominar cada etapa da técnica é indispensável para quem busca entregar resultados consistentes e seguros. Pensando nisso, selecionei 5 dicas essenciais de limpeza de pele que têm potencial para elevar a qualidade dos seus atendimentos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A limpeza de pele é um dos procedimentos mais requisitados nas clínicas de Estética, sobretudo no atendimento facial. Portanto, dominar cada etapa da técnica é indispensável para quem busca entregar resultados consistentes e seguros.</p>



<p>Pensando nisso, selecionei 5 dicas essenciais de limpeza de pele que têm potencial para elevar a qualidade dos seus atendimentos e otimizar seus resultados clínicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prepare bem a pele pré-extração</strong></h2>



<p>Para fazer uma extração eficaz, sem gerar trauma no tecido, é preciso preparar a pele adequadamente. Portanto, a dica é apostar no uso de emolientes de qualidade e com pHs mais elevados, uma higienização rigorosa e a aplicação de manobras delicadas, com pressão controlada e instrumentos devidamente esterilizados.</p>



<p>É, ainda, importante evitar a extração em peles com lesões doloridas, cistos ou processos infecciosos. Ademais, pele não íntegra não deve receber o procedimento.</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/5-perguntas-e-respostas-sobre-microagulhamento/">5 perguntas e respostas sobre microagulhamento</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aposte em ativos ideais para cada tipo de pele</strong></h2>



<p>Na limpeza de pele, é preciso associar a cosmetologia ao procedimento. Para selecionar ativos seguros e com bom custo-benefício, priorize aqueles com comprovação científica, alta tolerância cutânea e baixo potencial irritativo. Avalie cuidadosamente as concentrações, os veículos cosméticos (gel, creme, sérum) e opte por fornecedores confiáveis. Além disso, ajuste cada escolha conforme o tipo de pele, a condição clínica e o objetivo do protocolo.</p>



<p>Em peles oleosas, prefira ativos que controlam a oleosidade, como:</p>



<ul>
<li>Ácido salicílico</li>



<li>Niacinamida</li>
</ul>



<p>Para peles secas, aposte na hidratação e restauração da barreira com:</p>



<ul>
<li>Ácido hialurônico</li>



<li>D-pantenol&nbsp;</li>
</ul>



<p>Por outro lado, em peles sensíveis, escolha calmantes, como:</p>



<ul>
<li>Pantenol</li>



<li>Camomila</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="723" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/01/2.png" alt="" class="wp-image-14765"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Monte protocolos personalizados</strong> <strong>de limpeza de pele</strong></h2>



<p>Primeiramente, é importante entender que não há um protocolo “padrão” universal; afinal, cada pele apresenta necessidades fisiológicas específicas. Assim, qualquer protocolo deve ser individualizado com base na avaliação clínica, no tipo de pele, nas queixas e nos objetivos terapêuticos.</p>



<p>Para montar um protocolo personalizado, faça uma avaliação minuciosa do tipo de pele, histórico clínico, hábitos e necessidades específicas do paciente. A partir disso, selecione ativos e técnicas ideais, evitando padronizações e ajustando concentrações, tempo de ação e sequência das etapas.</p>



<p>Em seguida, reavalie a resposta clínica a cada sessão, monitorando evolução, tolerância e possíveis ajustes necessários. Essa adaptação contínua assegura maior segurança, eficácia e resultados alinhados às necessidades individuais de cada paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dê adeus ao vapor de ozônio na limpeza de pele</strong></h2>



<p>Apesar de já ter sido muito elencado na Estética com o intuito de promover emoliência, sabe-se, hoje, que o uso do vapor de ozônio pode agravar processos inflamatórios, especialmente em casos de acne, melasma e rosácea.&nbsp;</p>



<p>Afinal, o calor do vapor favorece a vasodilatação, aumenta o risco de hiperpigmentação e pode degradar ativos cosméticos que foram aplicados previamente. Portanto, a recomendação é substituir o vapor por estratégias mais seguras e eficazes de emoliência, como o uso de bases cosméticas com pH mais elevado e formulações específicas para amolecimento dos comedões.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Adeque o protocolo ao tipo de pele</strong></h2>



<p>É fundamental definir o protocolo de tratamento de acordo com o tipo de pele do paciente.</p>



<p>Em <strong>peles acneicas e sensíveis</strong>, a higienização deve ser suave, utilizando sabonetes formulados com ativos específicos para as necessidades do paciente e evitando qualquer forma de esfoliação física agressiva. A escolha de produtos deve priorizar formulações calmantes, anti-inflamatórias e não comedogênicas, reduzindo o risco de irritação e inflamação secundária.&nbsp;</p>



<p>A finalização do protocolo pode incluir fototerapia de baixa intensidade, associada ao uso de ativos calmantes, reparadores e restauradores da barreira cutânea, favorecendo a recuperação tecidual e o controle da sensibilidade.</p>



<p>Já em <strong>fototipos mais altos</strong>, a ideia é evitar manchas e irritações. Nesses casos, prefira produtos suaves, sem ácidos irritativos, e evite qualquer forma de esfoliação física intensa, já que esse perfil cutâneo apresenta maior predisposição à hiperpigmentação pós-inflamatória.</p>



<p>A extração deve ser delicada e precisa, minimizando microtraumas. A finalização pode incluir ativos calmantes e anti-inflamatórios, quando necessário, para estabilizar a resposta da pele. Além disso, é essencial orientar o paciente sobre a fotoproteção após o procedimento.</p>



<p>Por fim, em <strong>peles maduras</strong>, opte por produtos suaves, evitando ácidos agressivos e qualquer forma de esfoliação intensa, uma vez que esse tipo de pele tende a ser mais fina, sensível e suscetível a microlesões. Priorize estratégias de hidratação profunda, além da reposição de ativos que contribuam para a estimulação de colágeno e para a integridade da barreira cutânea. As extrações devem ser realizadas apenas quando realmente necessárias, com técnica delicada e criteriosa.</p>
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		<title>5 perguntas e respostas sobre microagulhamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 18:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamentos da Estética]]></category>
		<category><![CDATA[estética corporal]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[Microagulhamento]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos estéticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir da aplicação de microagulhas que geram lesões controladas na pele, o microagulhamento desencadeia uma série de respostas fisiológicas no tegumento.&#160; Trata-se, em suma, de um recurso técnico-dependente; portanto, a eficácia dos resultados depende da aplicação do profissional. Quando aplicado superficialmente, promove efeitos predominantemente epidérmicos, potencializando a permeação transdérmica de ativos. No entanto, ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A partir da aplicação de microagulhas que geram lesões controladas na pele, o microagulhamento desencadeia uma série de respostas fisiológicas no tegumento.&nbsp;</p>



<p>Trata-se, em suma, de um recurso técnico-dependente; portanto, a eficácia dos resultados depende da aplicação do profissional. Quando aplicado superficialmente, promove efeitos predominantemente epidérmicos, potencializando a permeação transdérmica de ativos. No entanto, ao ser aplicado em maior profundidade, atinge a derme, estimulando a produção de colágeno e favorecendo a regeneração tecidual.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é a profundidade ideal das agulhas de microagulhamento?</strong></h2>



<p>O tamanho das agulhas utilizadas no procedimento depende do objetivo terapêutico. Caso o intuito seja realizar drug delivery, promovendo a permeação transdérmica de ativos (como no tratamento de hiperpigmentações ou alopecia), utiliza-se, em geral, a profundidade de 0,5 mm. Assim, não buscamos induzir um processo inflamatório nem estimular a produção de colágeno.</p>



<p>Por outro lado, quando a finalidade é provocar lesão tecidual controlada para estimular a produção de colágeno e, então, a regeneração do tecido, empregam-se agulhas de 1,5 mm.</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/quando-o-peeling-quimico-e-indicado/">Quando o peeling químico é indicado?</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Caneta ou roller: por qual optar?</strong></h2>



<p>Do ponto de vista técnico-científico, não há diferença significativa nos resultados quando os recursos são aplicados corretamente. Contudo, na prática clínica, há algumas distinções claras.</p>



<p>Com a caneta, é possível graduar a profundidade durante a sessão, ajustando-a conforme o objetivo terapêutico. O roller, por outro lado, não permite essa variação. Em termos de custo, a caneta tende a ser mais econômica a longo prazo, devido ao menor valor dos cartuchos; já o roller costuma ser mais econômico a curto prazo.</p>



<p>A aplicação também difere entre os dois dispositivos:</p>



<ul>
<li>No roller, trabalha-se com aproximadamente 6 N de pressão e uma média de 15 passadas;</li>



<li>Na caneta, não há necessidade de aplicar pressão, e geralmente utiliza-se uma média de 10 passadas.</li>
</ul>



<p>Quanto aos cartuchos da caneta, existem diferentes configurações e não há estudos comparativos conclusivos entre eles. A maior parte das pesquisas utiliza cartuchos de 36 agulhas, mas há, também, opções com 12 agulhas. Alguns autores relatam que cartuchos de 12 agulhas tendem a ser mais confortáveis, enquanto os de 36 produzem um trauma mais intenso e, consequentemente, podem resultar em um tempo maior para alcançar a regeneração tecidual.</p>



<p>De modo geral, ambos oferecem resultados eficazes, desde que sejam utilizados de maneira adequada. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="409" height="532" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-09-154509.png" alt="" class="wp-image-14761"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Imagem retirada do livro &#8220;<a href="https://institutojoaotassinary.com.br/livro-harmonizacao">Raciocínio Clínico Aplicado à Harmonização: Facial e Corporal</a>&#8220;</em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quantas sessões são necessárias para entregar resultados?</strong></h2>



<p>Os resultados do microagulhamento dependem de algumas variáveis. Entre as mais relevantes estão, por exemplo, a correta execução da técnica, o uso de agulhas com tamanho ideal, o controle da pressão aplicada e a escolha apropriada das substâncias utilizadas. Trata-se de um procedimento técnico-dependente; assim, a precisão do profissional determina grande parte da eficácia.</p>



<p>Ainda, é essencial que o paciente possua condições fisiológicas para responder ao estímulo, tendo em vista que é o trauma gerado que desencadeia o processo de regeneração tecidual. Pacientes com anemia, deficiência de vitamina B12, deficiência de ferro ou baixa disponibilidade de vitamina C, por exemplo, tendem a apresentar resposta reduzida. Aspectos como estado hormonal e faixa etária também interferem significativamente: quanto maior a idade, menor tende a ser a capacidade de reparação tecidual.</p>



<p>Quando bem executado, o tratamento costuma apresentar bons resultados após 3 a 4 sessões.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são as contraindicações e os efeitos adversos do microagulhamento?</strong></h2>



<p>As contraindicações gerais para o uso do microagulhamento incluem:</p>



<ul>
<li>Infecções cutâneas ativas;</li>



<li>Pacientes gestantes e lactantes;</li>



<li>Acne inflamatória;</li>



<li>Herpes labial em fase ativa;</li>



<li>Dermatoses crônicas moderadas a graves, como eczema e psoríase;</li>



<li>Pacientes com distúrbios de coagulação ou cicatrização, incluindo tendência à formação de queloides;</li>



<li>Pacientes em uso de anticoagulantes ou imunossuprimidos.</li>
</ul>



<p>Em relação aos efeitos adversos, destacam-se o eritema e a irritação cutânea, que costumam desaparecer poucas horas após a sessão. Contudo, há relatos clínicos e registros na literatura que descrevem eventos como hiperpigmentação pós-inflamatória, reativação de acne ou herpes, hipersensibilidade sistêmica, reações alérgicas granulomatosas, dermatite de contato, infecções locais e o chamado<em> tram track effect</em>. Esse, por sua vez, caracteriza-se pela formação de cicatrizes papulares distribuídas de forma linear, nos sentidos horizontal e vertical, assemelhando-se a um trilho ferroviário.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os ativos indicados no tratamento?</strong></h2>



<p>O uso dos ativos depende dos efeitos esperados em cada procedimento estético.&nbsp;</p>



<p>Pode-se utilizar ativos como minoxidil ou chá verde na alopecia. Por outro lado, para o tratamento de manchas, especialmente melasma, trabalha-se com agulhas de 0,5 mm associadas a ativos como ácido tranexâmico, arbutin ou ácido kójico.</p>



<p>No rejuvenescimento cutâneo, a vitamina C é um dos ativos de maior eficácia e segurança, sendo, portanto, a minha principal recomendação. Para cicatrizes hipotróficas de acne, a combinação com fatores de crescimento, como FGF, EGF e TGF-β, é indicada. Já no tratamento de estrias, a associação com vitamina E é eficaz, contribuindo para a melhora da integridade e elasticidade da pele.</p>
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		<title>Quando o peeling químico é indicado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 19:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamentos da Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Acne]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[Melasma]]></category>
		<category><![CDATA[Peeling Quimico]]></category>
		<category><![CDATA[rejuvenescimento]]></category>
		<category><![CDATA[rosácea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As evidências científicas comprovam que o peeling químico pode ser empregado de forma segura e eficaz no tratamento e no controle de diferentes afecções estéticas. Assim, o procedimento deve ser realizado por um profissional devidamente qualificado. Confira 4 indicações estéticas para o uso dos peelings químicos, e 3 sugestões de ácidos com eficácia e segurança [&#8230;]</p>
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<p>As evidências científicas comprovam que o peeling químico pode ser empregado de forma segura e eficaz no tratamento e no controle de diferentes afecções estéticas. Assim, o procedimento deve ser realizado por um profissional devidamente qualificado.</p>



<p>Confira 4 indicações estéticas para o uso dos peelings químicos, e 3 sugestões de ácidos com eficácia e segurança garantidas pela Ciência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Peeling químico na acne</strong></h2>



<p>A acne é uma disfunção cutânea que acomete os folículos pilossebáceos e apresenta etiologia multifatorial. Inicialmente, ocorre o aumento da produção sebácea. Em seguida, há uma alteração no processo de queratinização, favorecendo o acúmulo de corneócitos e a obstrução do óstio folicular, originando os comedões.</p>



<p>Nesse ambiente, a bactéria <em>Cutibacterium acnes</em> prolifera de forma exacerbada. Por fim, o organismo desencadeia uma resposta inflamatória, levando ao surgimento das lesões típicas da acne.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido glicólico</strong></h3>



<p>É capaz de induzir uma leve epidermólise, promovendo o desalojamento dos comedões e, assim, a redução das pústulas que acometem o epitélio folicular, além de contribuir para a prevenção da hiperqueratinização do ducto pilossebáceo.&nbsp;</p>



<p><em>Concentração</em>: Entre 10% e 30%, por exemplo, promove um peeling superficial, limitado às camadas epidérmicas da pele. Ao elevar o pH da formulação para a faixa de 3,5 a 4,5, é possível reduzir a velocidade de penetração do agente químico, permitindo maior tempo de contato com a pele e maior controle do procedimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido azelaico</strong></h3>



<p>O ácido azelaico exerce inibição competitiva da enzima 5α-redutase no folículo pilossebáceo, o que resulta no bloqueio da conversão da testosterona em di-hidrotestosterona. Dessa forma, apresenta ação comedolítica suave e efeito anti-inflamatório leve, além de atuar indiretamente na redução da população de <em>Cutibacterium acnes</em>. Assim, o ativo é indicado para o tratamento tanto da acne inflamatória moderada quanto da acne não inflamatória.</p>



<p><em>Concentração</em>: Para o tratamento da acne, grande parte dos estudos recomenda o uso desse ativo em concentrações entre 15% e 20%, em veículos do tipo gel. Na forma de espuma a 15%, pode ser empregado no cuidado domiciliar. Cabe ressaltar, ademais, que pode ser utilizado diariamente em casa na forma de azeloglicina, em concentrações de 10% a 20%.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido mandélico</strong></h3>



<p>O ácido mandélico atua por meio da modulação da atividade sebácea e consequente redução da produção de sebo, e da promoção de esfoliação química e renovação cutânea. Além disso, auxilia no controle da hiperqueratinização folicular e apresenta ação bactericida e antisséptica.</p>



<p><em>Concentração</em>: Pode ser empregado em concentrações que variam de 20% a 50%. Quando formulado em gel ou creme a 10%, é indicado como agente renovador celular. Já na concentração de 4%, em creme, é hidratante e/ou esfoliante suave.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Manejo do melasma</strong></h2>



<p>Em síntese, trata-se de um distúrbio hipermelanótico cuja intensidade é exacerbada pela exposição à luz. Como características, há o surgimento de manchas escuras e assintomáticas. A fisiopatologia do melasma resulta da interação entre fatores hormonais, como gestação, uso de contraceptivos orais e terapia hormonal, predisposição genética e exposição à radiação solar.&nbsp;</p>



<p>Para que o tratamento das hiperpigmentações seja efetivo, o profissional deve intervir em todas as etapas da melanogênese, atuando antes, durante e após a produção de melanina.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="763" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Untitled-design-2.png" alt="" class="wp-image-14756"/></figure>



<p><em>Sugestão de ácido: antes da síntese de melanina</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido tranexâmico</strong></h3>



<p>Primeiramente, o ácido tranexâmico é capaz de reduzir a atividade da plasmina induzida pela radiação UV e, consequentemente, a liberação de ácido araquidônico livre, o que leva à diminuição da liberação de fatores de crescimento. Evidências demonstram que muitos casos de melasma apresentam um componente vascular em sua patogênese, caracterizado pelo aumento do calibre e da densidade dos vasos na área afetada. Assim, o ácido tranexâmico exerce efeito clareador e reduz a liberação de fatores angiogênicos, além de modular processos inflamatórios, diminuindo a produção de ácido araquidônico e, consequentemente, de melanina.</p>



<p><em>Concentração</em>: Na prática clínica, a concentração pode chegar a 10%.</p>



<p><em>Sugestão de ácido: durante a síntese de melanina</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido kójico</strong></h3>



<p>Sua ação clareadora ocorre por meio da inibição da enzima tirosinase, bloqueando etapas essenciais da melanogênese. Além disso, a atividade quelante sobre íons cobre e ferro possibilita sua captura, transporte e eliminação pelo organismo, contribuindo para o combate a pigmentos cutâneos. A propriedade despigmentante também favorece a dispersão e a remoção dos grânulos de melanina depositados na pele.</p>



<p><em>Concentração</em>: É indicado em concentrações de 1% a 5%, em home care, e de até 20% em protocolos de cabine.</p>



<p><em>Sugestão de ácido: depois da síntese de melanina</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Vitamina C</strong></h3>



<p>A vitamina C apresenta reconhecida ação antioxidante e de inibição da tirosinase.<em>Concentração</em>: Sugere-se concentrações de 10% a 20%.</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/preenchedores-na-estetica-facial/">Preenchedores na estética facial</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Peeling químico no rejuvenescimento</strong></h2>



<p>O processo de envelhecimento promove modificações estruturais relevantes no sistema tegumentar. Dentre elas, destacam-se, por exemplo, a atrofia, a formação de rugas, a ptose e a flacidez cutânea, alterações que podem ser minimizadas por meio dos peelings químicos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido retinoico</strong></h3>



<p>O ácido retinoico apresenta, em suma, a capacidade de promover o espessamento epidérmico, reduzir a expressão de metaloproteinases e estimular a síntese de colágeno. Evidências indicam que sua principal eficácia reside na indução da neocolagênese, o que contribui para a atenuação das linhas de expressão e das rugas finas.</p>



<p><em>Concentração</em>: Em cabine, utiliza-se nas concentrações de 5% e 8% para a realização de peeling químico superficial, e a 10% quando o objetivo é um peeling de média profundidade. Em home care, é empregado em concentrações que variam, por exemplo de 0,025% a 0,1%.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido pirúvico</strong></h3>



<p>Exerce ação vasodilatadora, favorecendo, assim, a indução de respostas inflamatórias na derme. Consequentemente, promove aumento da oxigenação e da nutrição tecidual, além de estimular os processos de neocolagênese e neoelastogênese. Essa atividade resulta na formação de novas fibras dérmicas e em maior deposição de ácido hialurônico. Então, há atenuação de linhas de expressão e rugas, especialmente nas regiões palpebral e perioral.</p>



<p><em>Concentração</em>: 40% a 50%.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Controle da rosácea</strong></h2>



<p>A rosácea é, em suma, caracterizada como um distúrbio inflamatório crônico de alta prevalência, frequentemente manifestado por eritema facial central, de caráter transitório ou persistente, presença de telangiectasias visíveis e, em muitos casos, por pápulas, pústulas, hipertrofia das glândulas sebáceas e fibrose.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="766" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2025/12/1.png" alt="" class="wp-image-14755"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Alfa bisabolol</strong></h3>



<p>Apresenta ação antimicrobiana e bactericida, além de exercer, por exemplo, efeitos calmante, cicatrizante, analgésico e antiespasmódico, atribuídos à sua capacidade de inibir citocinas pró-inflamatórias.</p>



<p><em>Concentração</em>: De 0,1% a 0,5%.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Gluconolactona</strong></h3>



<p>Modula o processo de queratinização e estimula a biossíntese de glicosaminoglicanos, especialmente do ácido hialurônico, bem como das fibras colágenas, resultando no aumento da espessura cutânea. Além disso, apresenta ação anti-inflamatória.</p>



<p><em>Concentração</em>: De 5 a 10% em cremes para o tratamento tópico. Em cabine, pode ser até 20%.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido azelaico</strong></h3>



<p>Estudos indicam que o mecanismo de ação do ácido azelaico no tratamento da rosácea está relacionado às suas propriedades anti-inflamatórias e à capacidade de reduzir a formação de espécies reativas de oxigênio.</p>



<p><em>Concentração</em>: 15 a 20% em veículos a base de gel ou espuma.</p>
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		<title>Preenchedores na Estética Facial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 18:01:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[preenchedores]]></category>
		<category><![CDATA[rejuvenescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conhecimento sobre os processos que envolvem o envelhecimento humano tem avançado de forma notável nos últimos anos. As pesquisas mais atuais indicam que se trata de um fenômeno dinâmico, progressivo e irreversível, influenciado por variáveis sociais, biológicas e psíquicas. No que diz respeito aos procedimentos destinados ao manejo dessa condição, os preenchedores têm ganhado [&#8230;]</p>
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<p>O conhecimento sobre os processos que envolvem o envelhecimento humano tem avançado de forma notável nos últimos anos. As pesquisas mais atuais indicam que se trata de um fenômeno dinâmico, progressivo e irreversível, influenciado por variáveis sociais, biológicas e psíquicas.</p>



<p>No que diz respeito aos procedimentos destinados ao manejo dessa condição, os preenchedores têm ganhado destaque crescente por sua capacidade de aumentar o volume tecidual, redefinir os contornos faciais e, além disso, oferecer uma variedade de benefícios. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Principais preenchedores e seus mecanismos de ação</strong></h2>



<p>A procura por procedimentos estéticos injetáveis, especialmente os preenchedores com substâncias biocompatíveis (como o ácido hialurônico e os polímeros sintéticos, incluindo o ácido poliláctico e a hidroxiapatita de cálcio, por exemplo) tem crescido de forma significativa nos últimos anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido hialurônico</strong></h3>



<p>O ácido hialurônico é um polímero linear do grupo das glicosaminoglicanas, formado por unidades dissacarídicas de β-1,3-N-acetilglucosamina e ácido β-1,4-glucurônico, naturalmente presente no organismo. Uma vez que possui carga negativa, trata-se de uma molécula altamente hidrofílica. Assim, favorece a retenção de água e contribui para a hidratação, o volume, a sustentação e a integridade das fibras de colágeno presentes na matriz dérmica extracelular.</p>



<p>O sucesso do ácido hialurônico quando injetado no tecido decorre tanto de suas propriedades estruturais quanto de sua capacidade higroscópica, que promove a volumização dos tecidos moles e otimiza os resultados estéticos. Além disso, de acordo com pesquisas, o preenchimento com ácido hialurônico reticulado é capaz de mudar a morfologia dos fibroblastos e, então, propiciar a síntese de colágeno.&nbsp;</p>



<p>Ademais, estudos já evidenciaram a atividade bacteriostática de concentrações elevadas de ácido hialurônico com pesos moleculares médios e baixos frente a diferentes bactérias, incluindo <em>Staphylococcus aureus</em>.</p>



<p>Sua ação anti-inflamatória decorre tanto da capacidade antioxidante quanto da atuação do hialurano exógeno, que favorece a eliminação de prostaglandinas, metaloproteinases e outras moléculas bioativas através da drenagem e depuração tecidual.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ácido polilático e hidroxiapatita de cálcio</strong></h3>



<p>O ácido polilático e a hidroxiapatita de cálcio são utilizados amplamente quando o objetivo é estimular a síntese de colágeno. Em suma, o profissional conhece esses compostos popularmente como bioestimuladores, e microesferas suspensas em diferentes meios carreadores constituem-nos, o que permite sua introdução no tecido.</p>



<p>Embora a solução transportadora possa promover uma volumização imediata do tegumento, esse não é o efeito principal desejado. Após alguns dias ou semanas, essa distensão mecânica diminui, enquanto as micropartículas permanecem no local, desencadeando uma resposta inflamatória controlada que leva à produção de novo colágeno.</p>



<p>Três meses após a primeira aplicação de<strong> ácido polilático</strong>, observa-se um aumento significativo na quantidade de fibras de colágeno, acompanhado pela redução progressiva da resposta inflamatória. Em cerca de 6 meses, o processo inflamatório retorna aos níveis basais, enquanto a atividade fibroblástica permanece ativa. O colágeno tipo I pode ser identificado ao redor do encapsulamento das micropartículas de ácido polilático entre 8 e 24 meses após o início do tratamento. Por volta do nono mês, essas micropartículas passam a ser degradadas e metabolizadas pela mesma via do ácido láctico.</p>



<p>A<strong> hidroxiapatita de cálcio</strong> atua de forma similar. Em suma, as microesferas passam por um processo de encapsulamento mediado por uma rede de fibrina, fibroblastos e macrófagos, culminando em fibroplasia. Evidências científicas indicam que a neocolagênese induzida pelo ativo tem início por volta da quarta semana e pode persistir por 12 a 18 meses.</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/toxina-botulinica-no-rejuvenescimento/">Toxina botulínica no rejuvenescimento</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Indicações dos preenchedores</strong></h2>



<p>A principal indicação dos preenchedores na prática clínica é o rejuvenescimento facial, especialmente quando o profissional associa a técnica a recursos como toxina botulínica e fios de sustentação, por exemplo.</p>



<p>A restauração dos contornos faciais e o preenchimento de áreas com perda de volume tecidual são indicados em:</p>



<ul>
<li>Sulco nasolabial;</li>



<li>Depressões infraorbitárias;</li>



<li>Linhas de marionete;</li>



<li>Sulco pré-lacrimal;</li>



<li>Região periocular;</li>



<li>Glabela;</li>



<li>Remodelação nasal;</li>



<li>Preenchimento labial.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Contraindicações dos preenchedores</strong></h2>



<p>O preenchimento é contraindicado durante a gestação, no período de lactação e em indivíduos imunocomprometidos. Em pacientes com suspeita de hipersensibilidade, o profissional deve realizar o procedimento somente após avaliação criteriosa e, então, optar por substâncias totalmente reabsorvíveis. Além disso, quando houver processos inflamatórios ativos no sistema tegumentar (como acne, rosácea ou outras dermatoses), o profissional deve tratar essas condições previamente.</p>



<p>Também contraindica-se a técnica em portadores de doenças autoimunes, em pacientes com distúrbios de coagulação ou com histórico de cicatrização patológica.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="591" height="744" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-tela-2025-12-01-141913.png" alt="" class="wp-image-14750"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem retirada do livro <a href="https://institutojoaotassinary.com.br/livro-harmonizacao">Raciocínio Clínico Aplicado à Harmonização: Facial e Corporal</a>.</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Técnicas de aplicação</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Técnica de punção seriada</strong></h3>



<p>Indica-se essa técnica especialmente para o tratamento de rugas finas e superficiais. A técnica consiste em realizar múltiplas punções em intervalos curtos ao longo das linhas que o profissional trata. Durante o procedimento, o profissional deve esticar firmemente a pele com a mão não dominante, enquanto ele insere a agulha, posicionada com o bisel voltado para cima, quase paralelamente à superfície cutânea, formando um ângulo aproximado de 10° a 30°.</p>



<p>Também pode ser empregada no tratamento de rugas moderadas a profundas, como as localizadas na região nasolabial. Assim, recomenda-se que a agulha seja introduzida em um ângulo de 45° a 90°.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Técnica linear</strong></h3>



<p>Também conhecida como técnica de retroinjeção, consiste em introduzir (quando necessário) todo o comprimento da agulha na área a ser tratada. Em suma, a deposição do preenchedor ocorre durante a retirada da agulha, ao longo do trajeto da afecção, formando um fio contínuo de produto no tecido-alvo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Técnica em leque</strong></h3>



<p>Semelhante à técnica de retroinjeção, porém sem a retirada da agulha do tecido. Mantendo o ponto de entrada, a agulha é direcionada para diferentes ângulos, realizando-se, assim, múltiplos movimentos de retroinjeção para deposição do produto. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Linhas cruzadas</strong></h3>



<p>Inicialmente, o profissional deposita o produto de maneira paralela no tecido-alvo. Em seguida, ele aplica novas injeções perpendicularmente às primeiras linhas, formando um padrão semelhante a uma “hashtag” ou “jogo da velha”. O profissional indica essa abordagem para áreas de maior amplitude e quando se busca aprimorar os contornos faciais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Técnica em bolus</strong></h3>



<p>Consiste na inserção da agulha de maneira perpendicular ou oblíqua em um único plano do tegumento. Nessa abordagem, o preenchedor é depositado em pontos específicos, formando, assim, bolus bem delimitados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Técnica em torre</strong></h3>



<p>Consiste, em suma, em injetar perpendicularmente ao osso, depositando quantidades progressivamente menores de preenchedor em diferentes níveis teciduais à medida que o profissional retira o dispositivo.</p>
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		<title>Toxina botulínica no rejuvenescimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 20:31:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[botox]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A toxina botulínica, popularmente conhecida como botox, é um dos procedimentos estéticos mais utilizados em tratamentos de rejuvenescimento. A técnica consiste na aplicação de injeções nos músculos faciais; com isso, impede a sua contração e suaviza as rugas e linhas de expressão. No entanto, para entregar resultados eficazes e seguros, é preciso dominar os processos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A toxina botulínica, popularmente conhecida como botox, é um dos procedimentos estéticos mais utilizados em tratamentos de rejuvenescimento. A técnica consiste na aplicação de injeções nos músculos faciais; com isso, impede a sua contração e suaviza as rugas e linhas de expressão.</p>



<p>No entanto, para entregar resultados eficazes e seguros, é preciso dominar os processos de envelhecimento, os mecanismos de ação do recurso e, ainda, as suas formas de aplicação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os 4 Rs do envelhecimento</strong></h2>



<p>Em protocolos de rejuvenescimento, pode-se trabalhar com o conceito dos 4 Rs. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Relaxar o músculo</strong></h3>



<p>Quando há um nível elevado de contração muscular, uma ruga que inicialmente é dinâmica pode, com o tempo, tornar-se uma ruga profunda. Por isso, o relaxamento adequado do terço superior da face é essencial para promover o rejuvenescimento; é nesse processo que a toxina botulínica se mostra eficaz.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Recuperar o volume</strong></h3>



<p>O envelhecimento facial está diretamente relacionado à perda de volume cutâneo. Portanto, o segundo “R” do rejuvenescimento diz respeito à restauração desse volume, especialmente quando consideramos a perspectiva tridimensional do processo de envelhecimento.</p>



<p>Em pacientes que já apresentam reabsorção óssea ou redistribuição dos compartimentos de gordura, a recuperação de volume torna-se um passo essencial para devolver harmonia, projeção e sustentação ao rosto.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Renovar a pele</strong></h3>



<p>Os peelings químicos são fundamentais no processo de renovação da pele. Contudo, o uso de ácidos deve ser conduzido com equilíbrio. Os queratolíticos, como o ácido retinoico e o salicílico, quando utilizados de forma excessiva, podem levar à aceleração do envelhecimento tegumentar.</p>



<p>No entanto, se aplicados com prudência, os peelings químicos promovem o reequilíbrio do manto hidrolipídico e aumentam a permeabilidade cutânea, favorecendo a penetração de ativos e contribuindo para uma pele mais saudável e funcional.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Reposicionar o tegumento</strong></h3>



<p>Recursos como a radiofrequência, o ultrassom focalizado e o jato de plasma têm a capacidade de reposicionar estruturas do sistema tegumentar, favorecendo a firmeza e a sustentação dos tecidos. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Toxina botulínica no rejuvunescimento</strong></h2>



<p>O envelhecimento humano é um processo natural que costuma ser visível, primeiramente, na derme, que gradualmente apresenta degradação de suas estruturas.</p>



<p>A formação de rugas resulta de fatores intrínsecos e extrínsecos. No entanto, a sua origem está frequentemente associada à atrofia de componentes do sistema tegumentar e à contração repetitiva da musculatura subjacente. Pensando nisso, a toxina botulínica, ao ser aplicada em doses específicas em músculos hiperativos, promove seu relaxamento, suavizando a superfície cutânea e reduzindo a aparência das rugas.</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/drenagem-linfatica-manual-manobras-e-fisiologia/">Drenagem Linfática Manual: manobras e fisiologia</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aplicação da toxina botulínica</strong></h2>



<p>Primeiramente, a escolha do volume da seringa deve ser feita de acordo com a quantidade de neurotoxina a ser administrada. Existem, em suma, modelos de 100, 50 e 30 unidades, cada um com escalas de graduação específicas: na seringa de 100 unidades, a marcação é de 2 em 2 unidades, enquanto nas seringas de 50 e 30 unidades, a graduação ocorre de 1 em 1 unidade.</p>



<p>Embora não exista um protocolo único para a aplicação da toxina botulínica, recomenda-se que o profissional organize adequadamente o ambiente clínico e posicione o paciente de forma confortável para a marcação dos pontos de aplicação e execução da técnica.&nbsp;</p>



<p>No momento da aplicação, realiza-se uma preensão suave do tegumento juntamente com o músculo subjacente. A agulha deve ser inserida lentamente, com o bisel orientado para a abertura de uma unidade pilossebácea. Somente após o correto posicionamento da agulha é que a solução deve ser injetada de forma lenta e controlada no local planejado.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="760" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2025/11/2.png" alt="" class="wp-image-14745"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Contraindicações e efeitos adversos</strong> <strong>da toxina botulínica</strong></h2>



<p>O uso da toxina botulínica é contraindicado em pacientes que apresentam doenças pré-existentes do neurônio motor, como miastenia gravis, síndrome de Eaton-Lambert e algumas neuropatias.</p>



<p>Além disso, é indispensável avaliar a integridade das estruturas anatômicas no local da aplicação, bem como verificar o histórico do paciente quanto a possíveis reações adversas à própria toxina ou à albumina presente na formulação.</p>



<p>Outras contraindicações importantes incluem, por exemplo, gestantes e lactantes; pacientes imunocomprometidos; histórico de formação de queloides; expectativas irreais em relação aos resultados do tratamento.</p>



<p>Quanto aos efeitos adversos, podem ocorrer dor, eritema, edema, equimose, cefaleia, náuseas e hiperestesia de curta duração. Em casos menos frequentes, observam-se sintomas semelhantes aos da gripe, fadiga, mal-estar ou erupções cutâneas em áreas distantes do ponto de aplicação. Essas reações costumam ser leves, transitórias e, além disso, podem ser prevenidas com uma técnica adequada.</p>
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