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	<title>olheiras Archives - João Tassinary</title>
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	<description>Transformando a Estética através da Ciência</description>
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	<title>olheiras Archives - João Tassinary</title>
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		<title>Olheiras: dicas clínicas para tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 16:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[olheiras]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos estéticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As olheiras estão entre as queixas mais comuns na prática estética, mas também estão entre as mais desafiadoras quando falamos em tratamento. Isso acontece porque não existe um único tipo de olheira; consequentemente, não existe um único procedimento eficaz para todos os casos. Entender essa individualidade é o primeiro passo para alcançar bons resultados. Identifique [&#8230;]</p>
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<p>As olheiras estão entre as queixas mais comuns na prática estética, mas também estão entre as mais desafiadoras quando falamos em tratamento. Isso acontece porque não existe um único tipo de olheira; consequentemente, não existe um único procedimento eficaz para todos os casos. Entender essa individualidade é o primeiro passo para alcançar bons resultados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Identifique o tipo de olheira</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading">Depressão do sulco lacrimal</h3>



<p>A fisiopatologia dessa hiperpigmentação está relacionada a alterações no relevo da região periorbital. Nessa área, a presença do sulco lacrimal (uma depressão localizada medialmente à borda orbital inferior) favorece a formação de sombras, que se tornam mais evidentes conforme a incidência de luz no ambiente.</p>



<p>De forma geral, essa depressão pode estar associada tanto às características anatômicas individuais quanto à perda de volume de gordura subcutânea ao longo do envelhecimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/depressao-lacrimal.png" alt="" class="wp-image-14797"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Edema periorbital</h3>



<p>O edema periorbital manifesta-se por um aspecto edemaciado e amolecido da pálpebra, decorrente do acúmulo de líquido na região. Clinicamente, pode apresentar coloração arroxeada e tende a ser mais evidente no período da manhã ou após a ingestão de alimentos ricos em sódio.</p>



<p>Na prática estética, não há uma abordagem terapêutica específica e definitiva capaz de tratar esse tipo de olheira.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/edema.png" alt="" class="wp-image-14798"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Olheiras por envelhecimento da pele</h3>



<p>O envelhecimento fisiológico também impacta diretamente a região periorbital, promovendo redução do tecido gorduroso subcutâneo e afinamento cutâneo. Como consequência, há maior evidência do sulco lacrimal, com intensificação do sombreamento conforme a incidência de luz no ambiente.</p>



<p>A região periorbital apresenta maior suscetibilidade a alterações pigmentares, o que eleva o risco de desenvolvimento de hiperpigmentação pós-inflamatória.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/envelhecimento.png" alt="" class="wp-image-14800"/></figure>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/insights-clinicos-sobre-preenchimento-de-olheiras/">Insights clínicos sobre preenchimento de olheiras</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Alteração vascular</h3>



<p>Outro tipo de olheira observado na prática clínica está relacionado à alteração vascular. Nesses casos, o escurecimento decorre da maior visibilidade do plexo vascular presente nos músculos subjacentes, especialmente em indivíduos com pouca ou nenhuma camada de gordura subcutânea na região. </p>



<p>Fatores nutricionais também podem influenciar esse quadro. Evidências sugerem que a deficiência de vitamina K pode estar associada à hiperpigmentação periorbital de origem vascular, considerando seu papel essencial nos processos de coagulação sanguínea.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/vascular.png" alt="" class="wp-image-14801"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Olheiras por aumento da deposição de melanina</h3>



<p>Esse tipo de olheira pode se apresentar de duas formas principais: hiperpigmentação pós-inflamatória ou aumento do depósito de melanina.</p>



<p>A hiperpigmentação pós-inflamatória está, em geral, associada à fricção frequente ou ao hábito de coçar os olhos, apresentando características clínicas semelhantes às demais discromias decorrentes de processos inflamatórios. Já a olheira por aumento de melanina pode estar relacionada à exposição solar excessiva, que estimula a melanogênese, contribui para o afinamento do tegumento e favorece a maior visibilidade vascular. De modo geral, essa condição é mais prevalente em indivíduos com fototipos mais elevados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1536" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/melanina-1.png" alt="" class="wp-image-14802"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Trate as olheiras de acordo com a sua fisiopatologia</strong></h2>



<p>A <strong>olheira por depressão do sulco lacrimal </strong>está principalmente associada à reabsorção óssea do rebordo infraorbital, o que leva ao aumento da cavidade orbitária. Esse processo costuma vir acompanhado da atrofia da gordura profunda e da maior evidência do sulco nasojugal, caracterizando uma alteração que não é localizada, mas sim resultado de uma desorganização estrutural mais ampla da região periocular.&nbsp;</p>



<p>Nesses casos, a conduta geralmente envolve a intradermoterapia e o preenchimento estrutural profundo, realizado em plano supraperiostal ou submuscular, com produtos que proporcionem sustentação de forma controlada.</p>



<p>Por outro lado, a<strong> olheira vascular </strong>apresenta uma fisiopatologia distinta. Está relacionada à congestão venosa, à presença de uma pele mais fina e translúcida e, em alguns casos, à hiperpigmentação decorrente do extravasamento sanguíneo. No tratamento, indica-se modulação da microcirculação com uso de cafeína.&nbsp;</p>



<p>Já a <strong>olheira pigmentar</strong> decorre do aumento do depósito de melanina, influenciado por fatores genéticos, processos inflamatórios e exposição solar. A inflamação pode intensificar a produção de melanina e agravar a discromia. Então, o manejo deve priorizar abordagens dermatológicas com foco em despigmentação, como peelings químicos, lasers ou outras tecnologias específicas.</p>
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		<title>Insights clínicos sobre preenchimento de olheiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 18:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[harmonização facial]]></category>
		<category><![CDATA[olheiras]]></category>
		<category><![CDATA[preenchimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As olheiras estão entre as queixas mais frequentes nas clínicas de Estética, podendo impactar significativamente a autoestima e a percepção da própria imagem dos pacientes. No manejo dessa condição, o preenchimento com ácido hialurônico tem demonstrado resultados eficazes, especialmente em casos relacionados à depressão do sulco lacrimal ou perda de volume na região infraorbital. Entretanto, [&#8230;]</p>
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<p>As olheiras estão entre as queixas mais frequentes nas clínicas de Estética, podendo impactar significativamente a autoestima e a percepção da própria imagem dos pacientes.</p>



<p>No manejo dessa condição, o preenchimento com ácido hialurônico tem demonstrado resultados eficazes, especialmente em casos relacionados à depressão do sulco lacrimal ou perda de volume na região infraorbital. Entretanto, para que os resultados sejam satisfatórios e seguros, é fundamental que o profissional avalie corretamente a causa das olheiras e escolha a técnica adequada, respeitando a anatomia da região e os princípios de segurança do procedimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Anatomia da região infraorbital</strong></h2>



<p>A região infraorbital é considerada uma das áreas mais desafiadoras da harmonização facial devido à sua complexidade anatômica, intensa vascularização e à delicada interação entre pele, gordura, músculos, ligamentos e estrutura óssea. Por isso, antes de qualquer protocolo com ácido hialurônico, é fundamental compreender essa região como um sistema tridimensional integrado.</p>



<p>A pele dessa região é extremamente fina e translúcida, o que torna qualquer irregularidade ou excesso de produto facilmente perceptível, exigindo, assim, grande precisão na abordagem. Nos planos superficiais, a gordura é mais frouxa e móvel, o que dificulta o uso de preenchedores. Já os compartimentos profundos oferecem melhor suporte estrutural, tornando-se alvos mais estratégicos para correções, especialmente nas olheiras estruturais. A musculatura orbicular ativa, os ligamentos de retenção e a reabsorção óssea relacionada ao envelhecimento também influenciam diretamente a formação do sulco nasojugal e devem, portanto, ser considerados no planejamento.</p>



<p>Além disso, a região apresenta rede vascular e neural complexa, exigindo técnicas seguras, injeções lentas e volumes controlados. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="689" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1.png" alt="" class="wp-image-14792"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tipos de olheiras</strong></h2>



<p>A <strong>olheira estrutural</strong> está relacionada, sobretudo, à reabsorção óssea do rebordo infraorbital, o que amplia o diâmetro da órbita, associada à atrofia da gordura profunda e à presença de um sulco nasojugal mais evidente. Assim, a alteração não é pontual, mas envolve uma desorganização estrutural mais ampla da região periocular. Por isso, a conduta geralmente envolve preenchimento estrutural profundo, realizado em plano supraperiostal ou submuscular profundo, utilizando produtos capazes de oferecer sustentação de forma controlada.&nbsp;</p>



<p>A <strong>olheira vascular</strong>, por outro lado, apresenta fisiopatologia distinta. Ela está associada à congestão venosa, à presença de pele fina e translúcida e, em determinadas situações, à hiperpigmentação decorrente do extravasamento sanguíneo. Frequentemente há influência genética, e o quadro pode, então, se intensificar com o envelhecimento. Nesses casos, o uso de preenchedores não deve ser considerado como primeira abordagem isolada. O foco inicial deve estar na melhora da qualidade cutânea, com estímulo de colágeno, modulação da microcirculação local e otimização da hidratação. Tecnologias associadas e terapias regenerativas, como bioestimuladores, microagulhamento, intradermoterapia, PDRN, exossomos ou fios, podem ser indicadas antes de qualquer tentativa de volumização profunda.</p>



<p>Já a <strong>olheira pigmentar</strong> resulta do aumento do depósito de melanina, influenciado por fatores genéticos, processos inflamatórios e exposição solar. A inflamação pode intensificar a melanogênese e acentuar, assim, a discromia. Nessa situação, o preenchimento não atua sobre a causa do problema. O manejo deve priorizar abordagens dermatológicas voltadas à despigmentação, como peelings químicos, lasers ou outras tecnologias específicas, por exemplo. </p>



<p>Na prática clínica, a apresentação mais frequente é a <strong>olheira mista</strong>, na qual coexistem componentes estruturais, vasculares e pigmentares. </p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/bioestimuladores-na-harmonizacao-facial/">Bioestimuladores na harmonização facial</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ácido hialurônico no preenchimento</strong></h2>



<p>Embora o ácido hialurônico apresente alta biocompatibilidade e possa ser revertido com hialuronidase, a segurança do procedimento depende diretamente do conhecimento anatômico, da escolha adequada do produto e da técnica empregada. O planejamento deve sempre incluir análise estática e dinâmica da região, avaliando profundidade do sulco, qualidade da pele, presença de edema, bolsas herniadas, grau de reabsorção óssea e padrão vascular.</p>



<p>Os planos mais seguros de aplicação são o supraperiostal e o submuscular profundo, devendo-se evitar planos superficiais, como o subdérmico ou intramuscular no orbicular. A técnica com cânula (22G ou 25G) emprega a retroinjeção de microdepósitos profundos em volumes reduzidos, geralmente de 0,05 ml por ponto. Nessa região, o controle volumétrico é fundamental, pois subcorrigir e reavaliar é sempre mais seguro do que exceder o volume inicial.</p>



<p>A prevenção de complicações exige injeções lentas, volumes controlados e atenção constante às zonas de risco.</p>
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		<title>Carboxiterapia: 8 indicações de tratamento</title>
		<link>https://joaotassinary.com.br/carboxiterapia-8-indicacoes-de-tratamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 20:22:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamentos da Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Carboxiterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Celulite]]></category>
		<category><![CDATA[cicatrizes de acne]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A carboxiterapia se trata, em suma, da aplicação de microinjeções de CO₂ nas camadas intradérmica e/ou subcutânea. O dióxido de carbono (CO₂) é um gás incolor e inodoro, identificado pela primeira vez em 1754 pelo médico e químico escocês Joseph Black. Atualmente, os equipamentos utilizados para carboxiterapia são compostos por um sistema eletrônico acoplado a [&#8230;]</p>
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<p>A carboxiterapia se trata, em suma, da aplicação de microinjeções de CO₂ nas camadas intradérmica e/ou subcutânea. O dióxido de carbono (CO₂) é um gás incolor e inodoro, identificado pela primeira vez em 1754 pelo médico e químico escocês Joseph Black.</p>



<p>Atualmente, os equipamentos utilizados para carboxiterapia são compostos por um sistema eletrônico acoplado a um cilindro de gás carbônico. Com isso, permite-se o controle preciso da liberação do gás, que é conduzido até uma agulha e administrado pelo profissional diretamente no tecido-alvo, de acordo com a finalidade do tratamento.</p>



<p>O recurso pode ser elencado com segurança e eficácia em diversas afecções faciais, corporais e capilares. É sobre as indicações da carboxiterapia que falamos no texto de hoje.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Carboxiterapia na alopecia</strong></h2>



<p>Os efeitos terapêuticos da carboxiterapia estão relacionados à capacidade do dióxido de carbono de induzir vasodilatação na unidade do folículo pilossebáceo. A elevação dos níveis locais de CO₂ provoca um estado de hipercapnia relativa, que é parcialmente compensado pela vasodilatação e pelo aumento do fluxo sanguíneo na região.&nbsp;</p>



<p>Assim, favorece-se a oxigenação tecidual e o aporte de nutrientes. A melhora na oxigenação também se deve ao efeito Bohr.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Carboxiterapia no rejuvenescimento e em cicatrizes hipotróficas</strong></h2>



<p>O mecanismo de ação da carboxiterapia está diretamente associado à sua capacidade de induzir um processo inflamatório controlado na região tratada. Essa resposta inflamatória estimula a migração de fibroblastos para o local, promovendo a síntese de colágeno e outros componentes essenciais do tecido conjuntivo, levando à reestruturação do sistema tegumentar.&nbsp;</p>



<p>Tal efeito é benéfico, principalmente, em cicatrizes atróficas, como as decorrentes de acne. É eficaz, além disso, na suavização de rugas e linhas de expressão provocadas pelo envelhecimento cutâneo.</p>



<p>A infusão de CO₂, aliada ao microtrauma físico gerado pela inserção da agulha, provoca uma lesão controlada. Essa lesão desencadeia uma vasodilatação periférica e ativa a microcirculação local. </p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/fototerapia-4-indicacoes-na-estetica/">Fototerapia: 4 indicações na Estética</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Carboxiterapia em olheiras</strong></h2>



<p>O aparelho de carboxiterapia é eficaz no tratamento das olheiras, especialmente quando sua origem está relacionada ao processo natural de envelhecimento facial. A perda óssea e a redução ou redistribuição dos coxins adiposos, somadas à degradação das fibras colágenas, contribuem para o aparecimento de rugas e flacidez na região orbicular dos olhos. Com isso, tem-se uma sombra projetada na área periorbital, que é a chamada hiperpigmentação por sombreamento.</p>



<p>Acredita-se que a infusão de CO₂ seja capaz de promover um leve descolamento da pele na região tratada, gerando um microtrauma que atua como estímulo inicial para o processo fisiológico de regeneração. Ademais, acredita-se que a carboxiterapia possa influenciar positivamente a homeostase da melanogênese, regulando a produção e a transferência de melanina para os queratinócitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Carboxiterapia nas estrias e na flacidez de pele</strong></h2>



<p>O principal benefício do recurso está na promoção de uma lesão controlada no tecido-alvo, desencadeando uma resposta inflamatória inicial que estimula a regeneração do tegumento. A partir disso, tem-se a proliferação de fibroblastos e a síntese de colágeno, elastina e outras células fundamentais.</p>



<p>No tratamento das estrias, a carboxiterapia apresenta outra vantagem, que é a neovascularização local (ou seja, a formação de novos vasos sanguíneos), melhorando a oxigenação e nutrição tecidual e contribuindo também para a alteração da coloração das estrias.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="729" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2025/04/2-1.png" alt="" class="wp-image-14693"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Carboxiterapia na gordura localizada e celulite</strong></h2>



<p>A carboxiterapia promove um aumento significativo da vascularização no tecido adiposo, além de modular a expressão de genes relacionados à formação de vasos sanguíneos, como o VEGF (fator de crescimento endotelial vascular) e o FGF (fator de crescimento de fibroblastos).&nbsp;</p>



<p>Ainda, a infusão de CO₂ reduz a expressão de genes envolvidos na lipogênese, contribuindo para a hipotrofia dos adipócitos.&nbsp;</p>



<p>Embora existam evidências que confirmam os efeitos da carboxiterapia no metabolismo lipídico, ainda não se sabe se seu efeito ocorre predominantemente por meio de rotas citolíticas, não citolíticas, ou por uma combinação de ambas.&nbsp;</p>



<p>Quanto ao tratamento de celulite, estudos apontam resultados clínicos positivos relacionados à redução do tecido adiposo subcutâneo. Ademais, considera-se que o tratamento seja capaz de contribuir para a remodelação dos septos fibrosos característicos da celulite, devido à ação do CO₂ sobre a microcirculação e a perfusão tecidual.</p>



<p>Acredita-se, que a infusão de CO₂ seja capaz de melhorar significativamente a circulação periférica. Assim, aumenta a perfusão dos tecidos e a pressão parcial de oxigênio local por meio de vasodilatação reflexa.</p>



<p>Confira, no vídeo abaixo, uma demonstração prática de aplicação da técnica de carboxiterapia. O conteúdo foi retirado do livro <strong><a href="https://institutojoaotassinary.com.br/livro-eletroterapia">Eletroterapia de Precisão Aplicada à Estética</a></strong>, já disponível para compra.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="COMO APLICAR CARBOXITERAPIA | DR. JOÃO TASSINARY" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/RccwouuXmiY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Tipos de olheiras e tratamentos estéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 20:56:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética facial]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos da Estética]]></category>
		<category><![CDATA[carboxiterapia para olheiras]]></category>
		<category><![CDATA[hiperpigmentação]]></category>
		<category><![CDATA[olheiras]]></category>
		<category><![CDATA[plano de tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de olheira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se os olhos são as janelas da alma, não há dúvidas de que as olheiras são uma das queixas mais comuns nas clínicas de Estética.&#160; Apesar da alta recorrência, a entrega de resultados em tratamentos de hiperpigmentação periorbital ainda é um desafio. Afinal de contas, não é apenas a apresentação clínica que difere entre os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se os olhos são as janelas da alma, não há dúvidas de que as olheiras são uma das queixas mais comuns nas clínicas de Estética.&nbsp;</p>



<p>Apesar da alta recorrência, a entrega de resultados em tratamentos de hiperpigmentação periorbital ainda é um desafio. Afinal de contas, não é apenas a apresentação clínica que difere entre os seus tipos; as causas e tratamentos, naturalmente, também merecem um olhar atento do profissional que trabalha com segurança e eficácia.</p>



<p>Foi pensando nisso que reuni os<strong> tipos de olheiras</strong> e se é possível tratá-las com os recursos que temos disponíveis em clínicas de Estética.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Hiperpigmentação por sombreamento</strong></h2>



<p>Em alguns casos, o aspecto da hiperpigmentação periorbital causa uma “sombra” na região. De modo geral, existem três tipos de olheiras por sombreamento: depressão do sulco lacrimal, edema periorbital e envelhecimento da pele.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Depressão do sulco lacrimal</strong></h3>



<p>A fisiopatologia desta hiperpigmentação consiste em uma <strong>alteração do relevo da região periorbital</strong>, sendo a sombra do sulco lacrimal – que é uma depressão centrada no lado medial da borda orbital inferior – acentuada de acordo com a luminosidade do ambiente.&nbsp;</p>



<p>Em síntese, a modelagem anatômica de cada pessoa ou a perda de gordura subcutânea advinda do envelhecimento são causas da depressão do sulco lacrimal.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="484" height="162" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_10.png" alt="" class="wp-image-14195" srcset="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_10.png 484w, https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_10-300x100.png 300w" sizes="(max-width: 484px) 100vw, 484px" /></figure>



<p>Temos, na área da Estética, um recurso com bons níveis de evidência científica que respaldam o seu uso: a <strong>carboxiterapia</strong>. Esta conduta, por meio da injeção de CO2 no local, promove uma vasodilatação capaz de reduzir o aspecto de olheira profunda.</p>



<p><strong>DICA DE VÍDEO: </strong><a href="https://youtu.be/SdryqDBN16k?si=g7HJm-8iyMyCi0cY">Tipos de olheiras</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Edema periorbital</strong></h3>



<p>O edema periorbital apresenta-se como um aspecto esponjoso da pálpebra, que leva ao acúmulo de líquido na região e, então, ao edema. Este, por sua vez, apresenta cor arroxeada e apresentação clínica acentuada pela manhã ou pós-ingesta de refeições com sal.</p>



<p>Não temos, na prática estética, uma conduta terapêutica capaz de tratar esse tipo de olheira.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="481" height="232" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_9.png" alt="" class="wp-image-14194" srcset="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_9.png 481w, https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_9-300x145.png 300w" sizes="(max-width: 481px) 100vw, 481px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Envelhecimento da pele</strong></h3>



<p>O processo de envelhecimento fisiológico também afeta a região periorbital. Assim, tem-se a <strong>diminuição do tecido gorduroso subcutâneo</strong> e o <strong>afinamento da pele</strong>, o que resulta em um sombreamento da fossa lacrimal acentuado de acordo com a luminosidade do ambiente.</p>



<p>Em geral, o recurso que costuma ser utilizado para rejuvenescimento é o jato de plasma. Porém, nesses casos, eu <strong>não indico</strong> a técnica, já que a área periorbital é suscetível a manchas e, por isso, acabamos tendo um maior risco de hiperpigmentação pós-inflamatória.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="484" height="163" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_1.png" alt="" class="wp-image-14191" srcset="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_1.png 484w, https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_1-300x101.png 300w" sizes="(max-width: 484px) 100vw, 484px" /></figure>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://joaotassinary.com.br/3-dicas-para-os-estudos-em-estetica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">3 dicas para os estudos em Estética</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alteração vascular</strong></h2>



<p>Outro tipo de olheira que pode aparecer em clínica é por <strong>alteração vascular</strong>. Nele, o escurecimento surge como resultado da proeminência do plexo vascular que se encontra nos músculos localizados logo abaixo da pele, tendo pouco ou praticamente nenhum tecido gorduroso subcutâneo.</p>



<p>Os nutrientes também exercem influência no surgimento das olheiras. Estudos indicam, por exemplo, que a <strong>deficiência de vitamina K</strong> pode estar envolvida na incidência de hiperpigmentação periorbital por alteração vascular, uma vez que é necessária para a coagulação sanguínea.&nbsp;</p>



<p>As clínicas de Estética ainda não têm um recurso com eficácia comprovada para essa afecção.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="488" height="218" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_7.png" alt="" class="wp-image-14192" srcset="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_7.png 488w, https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_7-300x134.png 300w, https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_7-485x218.png 485w" sizes="(max-width: 488px) 100vw, 488px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aumento da deposição de melanina</strong></h2>



<p>Este tipo de olheira tem duas possíveis apresentações clínicas: hiperpigmentação pós-inflamatória e aumento do depósito de melanina.</p>



<p>Resultado, principalmente, da fricção ou do ato de coçar os olhos, a <strong>hiperpigmentação pós-inflamatória</strong> tem apresentação clínica semelhante às demais discromias decorrentes de uma inflamação.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="481" height="284" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_8.png" alt="" class="wp-image-14193" srcset="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_8.png 481w, https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_8-300x177.png 300w" sizes="(max-width: 481px) 100vw, 481px" /></figure>



<p>Por outro lado, a olheira por <strong>aumento do depósito de melanina</strong> pode ser causada por exposição solar excessiva, uma vez que leva ao aumento da produção de melanina, à diminuição da espessura do tegumento e à ampliação do calibre dos vasos. De modo geral, tem maior recorrência em fototipos mais altos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="480" height="173" src="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_11.png" alt="" class="wp-image-14196" srcset="https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_11.png 480w, https://joaotassinary.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_11-300x108.png 300w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></figure>



<p>O tratamento para ambos os tipos de hiperpigmentação periorbital é por meio do uso de ativos tópicos. Deixo, como sugestão de formulação em <strong>home care</strong>:</p>



<ul>
<li><strong>Tioglicólico 6-10% &#8211; </strong>promove a descamação da melanina já presente na camada córnea e apresenta capacidade quelante</li>



<li><strong>Tranexâmico 2-4% &#8211; </strong>ativo quelante de íons de ferro de hemossiderina e inibidor de plasmina</li>



<li><strong>pH: 4.5</strong></li>
</ul>



<p>Atente sempre à sensibilidade do paciente ao longo da aplicação, e, em clínica, recorra ao uso de peelings químicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>Um tratamento eficaz de olheiras exige um entendimento não só acerca das causas e da fisiopatologia de cada tipo de hiperpigmentação periorbital, mas também de que nem todos os casos podem ser tratados em clínicas de Estética. </p>



<p>Se Estética é Saúde, a <strong>segurança </strong>e a capacidade de entrega de <strong>resultados eficazes </strong>devem ser os pontos de partida de qualquer conduta terapêutica. É somente a partir disso que adquirimos os subsídios necessários para promover bem-estar e qualidade de vida aos pacientes.</p>
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		<title>Qual o melhor tratamento para Olheiras? Te conto agora.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Tassinary]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2018 20:59:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética Avançada]]></category>
		<category><![CDATA[Patologias da Estética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As olheiras são consideradas na atualidade uma das afecções estéticas faciais de maior incidência em clínicas e consultórios da área, e tecnicamente também podem ser denominadas: hiperpigmentação periorbital, hiperpigmentação das pálpebras, hipercromia cutânea idiopática da região orbital, hiperpigmentação infra-orbital, ou ainda, hiperpigmentação periocular. Definição de Olheira A hiperpigmentação periocular ou simplesmente olheira, pode ser definida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As olheiras são consideradas na atualidade uma das afecções estéticas faciais de maior incidência em clínicas e consultórios da área, e tecnicamente também podem ser denominadas: hiperpigmentação periorbital, hiperpigmentação das pálpebras, hipercromia cutânea idiopática da região orbital, hiperpigmentação infra-orbital, ou ainda, hiperpigmentação periocular.</span></p>
<h2><b>Definição de Olheira</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A hiperpigmentação periocular ou simplesmente olheira, pode ser definida como uma mácula hipercrômica homogênea na região infraorbitária bilateral, e mesmo que seja considerada uma afecção puramente estética/visual, estudos apontam que pode causar um importante impacto na qualidade de vida dos pacientes, conferindo a estes uma imagem pessoal de cansaço e envelhecimento.</span></p>
<h2><b>Agentes causadores da Olheira</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O sucesso do tratamento das olheiras passa pelo entendimento de seus agentes causadores, que envolvem variáveis intrínsecas, como carga genética ou extrínsecas como a privação de sono e tabagismo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, a literatura sugere fatores causais como o verdadeiro norte no momento de elencar condutas terapêuticas de sucesso, são elas:</span></p>
<ol>
<li><strong>Deposição Dérmica de Melanina:</strong><span style="font-weight: 400;"> alteração na síntese de melanina que altera a pigmentação da pele e é uma das principais causas de olheiras.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> <strong>Edema periorbital: </strong></span><span style="font-weight: 400;">a região palpebral apresenta uma característica de “esponja”, que acumula fluidos gerando casos de edema local ou sistêmico.</span></li>
<li><strong>Vasculatura de localização superficial:</strong><span style="font-weight: 400;"> a vascularização intensa pode ser uma causa devido a coloração dos vasos alterar a tonalidade da pele na região.</span></li>
<li><strong>Depressão do sulco lacrimal:</strong><span style="font-weight: 400;"> o sulco lacrimal é uma depressão centrada no lado medial da borda orbital inferior.</span></li>
<li><strong>Hiperpigmentação pós-inflamatória:</strong><span style="font-weight: 400;"> a olheira é resultado de uma hiperpigmentação pós-inflamatória.</span></li>
</ol>
<p><iframe loading="lazy" title="Aquele vídeo que todo mundo gosta! #estetica  #esteticafacial 💆 #olheiras  #biomedicinaestetica" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/WvJsKQPJ1CY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2><b>Tratamentos ouro para eliminar a olheira</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredito que os tratamentos mais assertivos para as olheiras, passam justamente por atuar sobre esses fatores causais, levando em consideração que a depressão do sulco lacrimal e a alteração na síntese de melanina são de alta incidência e merecem atenção. </span></p>
<h2><b>Conclusão e dicas finais</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Finalizo dando <span style="background-color: #ffcc00;">três dicas importantes</span> para os profissionais que realmente querem ter resultados no tratamento de olheiras:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">I<strong>dentificar o fator causal é fundamental para decidir o plano de tratamento.</strong></span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Exemplo: </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Depressão do sulco lacrimal = carboxiterapia; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Hiperpigmentação pós inflamatória = peeling químico</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Os tratamentos levam em média 4 semanas para apresentarem resultados satisfatórios.</strong> </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Por que? Porque é o tempo de um queratinócito da camada basal da epiderme chegar até a camada córnea.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Retirar variáveis extrínsecas que causam olheiras ampliam os resultados clínicos.</strong><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Exemplo: privação de sono e tabagismo.</span></li>
</ol>
<p><iframe loading="lazy" title="Tipos de olheiras!" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/SdryqDBN16k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Compartilhe este post com os colegas de profissão e não deixe de comentar aqui suas experiências clínicas no tratamento de Olheiras! Este é um campo aberto para discussão de Estética e sua participação é importante pra mim.</span></p>
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